Blog do Juares | Douglas Decavata - Fisioterapeuta

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Douglas Decavata - Fisioterapeuta

O fisioterapeuta Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias - Av. Bento Gonçalves, 759, Camaquã/RS - Fones: (51) 3671-6843 / 9843-3270.

Quiropraxia – Antes ou depois de treinar?

12/12/2015 | 19h13
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Veja qual a melhor hora para procurar o ajuste da coluna

Muitos praticantes de atividades físicas como corrida, ciclismo e natação, por exemplo, estão buscando a Quiropraxia como forma de melhorar o desempenho de seu corpo. Uma dúvida recorrente nos consultórios é saber se é melhor fazer o ajuste antes ou depois dos treinos por esses atletas – amadores ou não.

A Quiropraxia é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das formas mais eficazes de combater a dor, além de ser uma grande aliada dos esportistas, já que ajuda a prevenir lesões, aprimorar o desempenho e a manter o funcionamento ideal do organismo. Logo, fazer o procedimento antes ou após as atividades físicas vai depender do objetivo individual:

Quiropraxia antes do treino:

Ajuda a melhorar o desempenho, dando mais equilíbrio ao corpo, diminuindo a sobrecarga e, consequentemente, reduzindo o gasto energético. Com ajustes quiropráticos, o sistema nervoso funciona livre de interferências, o que faz com que a mensagem que controla cada célula do corpo alcance seu destino por completo – potencializando, assim, a resposta do organismo frente à atividade realizada.

Quiropraxia depois do treino:

Auxilia na preservação da integridade fisiológica e na restauração do funcionamento ideal do organismo. As atividades físicas geram um desgaste e, de certa forma, consomem nossa energia. O ajuste quiroprático após o exercício estimula o processo de recuperação do corpo. A coluna se realinha, os músculos relaxam e o sistema nervoso, agora sem interferências, ajuda também nesse processo de restauração.

Vale sempre lembrar: Quiropraxia e atividades físicas andam juntas. Assim como dormir bem e se alimentar de forma saudável.

Fonte: http://www.suacorrida.com.br/saude/quiropraxia-antes-ou-depois-de-treinar/

O quiropraxista Max Peres Dias atende na Av. Bento Gonçalves, 759, centro

Telefone (51) 3671-6843

Camaquã/RS

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QUIROPRAXIA – Abordagem sobre o andador infantil

27/11/2015 | 11h54
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Todo bebê adora um andador. É como se pilotasse pela primeira vez uma Ferrari. Sensação de liberdade para os pequenos e comodidade para os pais. Mas muito cuidado aos perigos. Ultimamente tem-se falado muito sobre os contras do andador. Listando alguns temos:

- Machucados e Traumatismos: A criança constantemente vai estar batendo em alguma coisa, seja na parede ou na mesa, por exemplo, podendo derrubar algum coisa sobre ele.

- Lesões nas articulações de membros inferiores: Colocar uma criança que ainda não consegue ficar de pé sozinha, mesmo que com apoio, num andador pode levar a lesões nas articulações dos membros inferiores, pois os músculos das pernas não estão devidamente fortalecidos;

- Atraso no desenvolvimento motor do bebê: A criança deve passar por todas as fases do desenvolvimento motor até aprender a andar sozinha e colocá-la no andador antes dela ser capaz de ficar de pé sozinha, mas com apoio, pode fazê-la andar até 1 mês mais tarde que o esperado.

Porém tem algo muito importante que devemos salientar, trazendo o assunto para o nosso lado (coluna vertebral). Constantemente chegam ao consultório clientes com problemas estruturais na coluna, com alterações nas curvas da coluna vertebral como: retificações de curvas, inversões de curvas, curvas compensatórias, diminuições de curvas (hipocifose, hipolordose) e aumento de curvas (hipercifose, hiperlordose) ocasionando assim mais impacto sobre discos intervertebrais e possibilitando processos degenerativos acentuados como desgastes em articulações, discopatias, hérnias discais, osteófitos, e outros problemas. Quando uma criança nasce, ela possui uma única curvatura na coluna conhecida como cifose contínua (como se fosse um “C”). Conforme esta criança começa a movimentar e engatinhar ela vai “criando” a curvatura lordótica cervical pelo fato de erguer a cabeça, por exemplo. E quando, por volta do 6º ao 8º mês, esta criança começa a rolar e a sentar, ela adquire a lordose lombar. Ficando conhecida assim como curvatura primária a cifose torácica e sacrococcígea e secundária a lordose lombar e cervical.

O quiropraxista Max Peres Dias atende em seu consultório na Av. Bento Gonçalves, 759, em Camaquã/RS. Telefone: (51) 3671-6843.

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Esclerose Múltipla

08/11/2015 | 01h10
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Na telenovela “A regra do Jogo” da Rede Globo, o personagem Romero Rômulo “Nero” tem Esclerose Múltipla. Por este motivo faço um breve esclarecimento sobre esta doença do Sistema Nervoso Central, de causa ainda desconhecida e sem cura.

Na esclerose múltipla a perda de mielina (desmielinização) interfere na transmissão dos impulsos e isto produz os diversos sintomas da doença. Literalmente, significa episódios que se repetem várias vezes. Até certo ponto, a maioria dos pacientes se recupera clinicamente dos ataques individuais de desmielinização, produzindo-se o curso clássico da doença, ou seja, surtos e remissões.

Em cada indivíduo a esclerose múltipla manifesta com diferentes sintomas, que variam em cada caso. A primeira lesão a se manifestar clinicamente pode não ser a primeira ocorrida. A maioria das pessoas experimenta mais de um sintoma, sendo os mais comuns: fadiga (cansaço), fraqueza muscular, parestesia (p.ex.: formigamento), deambulação (caminhada) instável, visão dupla, tremor e disfunção da bexiga e dos intestinos. Manifestações como hemiplegia (paralisia de um lado do corpo), neuralgia do trigêmeo e paralisia facial, são menos comuns. Alguns desses sintomas são imediatamente evidentes, outros, são frequentemente sutis, que aparecem e desaparecem.

O tratamento pode ser medicamentoso aliado ao reabilitacional, e têm como finalidade fazer com que o portador continue sendo independente, esteja confortado, seja produtivo e atinja um bom nível de resistência. A reabilitação fisioterapêutica tem por objetivo ajudar o paciente a realizar as atividades da vida diária tão facilmente quanto possível e desse modo melhorar sua qualidade de vida. A esclerose múltipla se caracteriza por um progressivo aumento do nível de incapacidade, e a tarefa do fisioterapeuta é maximizar a capacidade funcional do paciente. Isso é obtido por meio de educação, exercícios, tratamentos específicos e o fornecimento dos auxílios necessários.

O tratamento tradicional com cinesioterapia (no solo) e a Hidroterapia auxiliam a reduzir a progressão do comprometimento dos movimentos. Além disso, Fisioterapia Respiratória deve fazer parte da rotina dos pacientes com esclerose múltipla para diminuir os riscos de infecção e insuficiência pulmonar.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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Quiropraxia – a importância do sono

14/10/2015 | 19h15
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Quem não gosta de ter uma boa noite de sono e acordar cheio de disposição? O sono possui essa importante função restauradora, o que nos permite dizer que qualidade de vida e saúde inclui, também, uma boa qualidade de sono.

Mas uma ação tão natural quanto dormir nem sempre é fácil. A cada dia, as pessoas estão mais estressadas, atarefadas com estudos e trabalho. E tudo isso interfere na qualidade do sono, pois não basta deitar em uma cama e dormir por oito horas, é preciso ter um sono de qualidade, verdadeiramente restaurador.

O sono é importante para que ocorra a liberação de alguns hormônios fundamentais para o corpo, consolidação da memória e o relaxamento total da musculatura. Estudos clínicos e experimentais, tanto em humanos como em animais, confirmam a associação entre o sono não reparador e manifestações dolorosas. Além disso, existem evidências de que o sono profundo pode representar um mecanismo compensatório para os processos dolorosos crônicos, de modo que pacientes com maior quantidade de sono profundo provavelmente experimentem os sintomas dolorosos com menor intensidade.

É durante o sono que a coluna vertebral e toda a musculatura do corpo relaxam, os discos intervertebrais se nutrem e se preparam para suportar a força da gravidade que atua sobre o corpo no decorrer do dia.

Sugestões para dormir melhor:
- Tente dormir e acordar mais ou menos no mesmo horário todos os dias.
- Evite comer em horário próximo ao de ir dormir.
- Evite alimentos gordurosos e doces.
- Evite estimulantes como café, refrigerante, álcool e cigarro.
- Procure se exercitar regularmente, porém não muito perto da hora de dormir.

- Consulte seu quiropraxista regularmente a fim de avaliar a saúde de sua coluna.

A Quiropraxia tem papel importante no tratamento de disfunções neuro-músculoesqueléticas, e de seus efeitos na saúde em geral. O tratamento promove bem estar, maior disposição e energia, melhor imunidade e consequentemente um sono de boa qualidade.

É muito comum os pacientes voltarem ao consultório e relatarem que eles dormiram melhor à noite depois de receberem tratamento quiroprático. A Quiropraxia é uma boa alternativa para aqueles indivíduos que não possuem um sono reparador e que não desejam usar medicação para tal problema.

O quiropraxista Max Peres Dias atende na Rua Bento Gonçalves,759, Centro, Camaquã/RS

Telefone: (51) 3671-6843

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Epicondilite Medial

23/08/2015 | 14h06
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A Epicondilite medial é uma patologia dolorosa da região medial (de dentro) do cotovelo, numa região chamada de epicôndilo medial. O uso excessivo dos músculos e tendões do antebraço e cotovelo é a causa mais comum. Algumas atividades repetitivas podem gerar tensão nos músculos. Estas atividades vão desde práticas esportivas (golfe, natação) a atividades comuns da vida diária.

O principal sintoma da epicondilite medial é dor na região ao redor do epicôndilo. A dor pode irradiar para a região do antebraço. A dor normalmente piora nas atividades com "punho cerrado" como segurar objetos. Uma história clínica detalhada e exame físico específico por um médico treinado são suficientes para o diagnóstico. Exames de imagem com radiografias, ultrassonografia e a ressonância magnética podem ser solicitados para confirmar o diagnóstico, quantificar a lesão e evidenciar possíveis outras patologias.

No tratamento conservador das lesões por esforço repetitivo (LER) o objetivo é gerar a cicatrização completa dos tendões. Quando existe um processo inflamatório presente, medicações anti-inflamatórias podem ajudar. Algumas vezes a injeção de cortisona no local da lesão também pode ser necessária. O tratamento fisioterapêutico é muito importante, pois tem como objetivo: diminuir a dor, melhorar a inflamação, evitar maiores lesões e alongar os músculos da região nas primeiras fases. Para isso, utiliza-se da cinesioterapia, crioterapia (gelo), eletroterapia (corrente interferencial, TENS, CDB, ultra-som e laser), bandagens funcionais, alongamentos, mobilizações intra-articulares, entre outros. Após esta fase, o fortalecimento muscular gradual e controlado dos tendões com o uso de therabands (elásticos) e halteres (pesos) ajuda a prevenir lesões futuras.

Neste meio tempo, você pode discutir com seu médico ou fisioterapeuta a utilização de órteses (talas) especiais para epicondilite medial. O tratamento da epicondilite medial também é prolongado e pode levar de 4 a 6 meses. O tratamento cirúrgico é de exclusão, isto é, apenas quando todas as opções não-cirúrgicas foram esgotadas e raramente é necessário.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843

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