Blog do Juares | Douglas Decavata - Fisioterapeuta

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Douglas Decavata - Fisioterapeuta

O fisioterapeuta Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias - Av. Bento Gonçalves, 759, Camaquã/RS - Fones: (51) 3671-6843 / 9843-3270.

QUIROPRAXIA – Abordagem sobre o andador infantil

27/11/2015 | 11h54
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Todo bebê adora um andador. É como se pilotasse pela primeira vez uma Ferrari. Sensação de liberdade para os pequenos e comodidade para os pais. Mas muito cuidado aos perigos. Ultimamente tem-se falado muito sobre os contras do andador. Listando alguns temos:

- Machucados e Traumatismos: A criança constantemente vai estar batendo em alguma coisa, seja na parede ou na mesa, por exemplo, podendo derrubar algum coisa sobre ele.

- Lesões nas articulações de membros inferiores: Colocar uma criança que ainda não consegue ficar de pé sozinha, mesmo que com apoio, num andador pode levar a lesões nas articulações dos membros inferiores, pois os músculos das pernas não estão devidamente fortalecidos;

- Atraso no desenvolvimento motor do bebê: A criança deve passar por todas as fases do desenvolvimento motor até aprender a andar sozinha e colocá-la no andador antes dela ser capaz de ficar de pé sozinha, mas com apoio, pode fazê-la andar até 1 mês mais tarde que o esperado.

Porém tem algo muito importante que devemos salientar, trazendo o assunto para o nosso lado (coluna vertebral). Constantemente chegam ao consultório clientes com problemas estruturais na coluna, com alterações nas curvas da coluna vertebral como: retificações de curvas, inversões de curvas, curvas compensatórias, diminuições de curvas (hipocifose, hipolordose) e aumento de curvas (hipercifose, hiperlordose) ocasionando assim mais impacto sobre discos intervertebrais e possibilitando processos degenerativos acentuados como desgastes em articulações, discopatias, hérnias discais, osteófitos, e outros problemas. Quando uma criança nasce, ela possui uma única curvatura na coluna conhecida como cifose contínua (como se fosse um “C”). Conforme esta criança começa a movimentar e engatinhar ela vai “criando” a curvatura lordótica cervical pelo fato de erguer a cabeça, por exemplo. E quando, por volta do 6º ao 8º mês, esta criança começa a rolar e a sentar, ela adquire a lordose lombar. Ficando conhecida assim como curvatura primária a cifose torácica e sacrococcígea e secundária a lordose lombar e cervical.

O quiropraxista Max Peres Dias atende em seu consultório na Av. Bento Gonçalves, 759, em Camaquã/RS. Telefone: (51) 3671-6843.

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Esclerose Múltipla

08/11/2015 | 01h10
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Na telenovela “A regra do Jogo” da Rede Globo, o personagem Romero Rômulo “Nero” tem Esclerose Múltipla. Por este motivo faço um breve esclarecimento sobre esta doença do Sistema Nervoso Central, de causa ainda desconhecida e sem cura.

Na esclerose múltipla a perda de mielina (desmielinização) interfere na transmissão dos impulsos e isto produz os diversos sintomas da doença. Literalmente, significa episódios que se repetem várias vezes. Até certo ponto, a maioria dos pacientes se recupera clinicamente dos ataques individuais de desmielinização, produzindo-se o curso clássico da doença, ou seja, surtos e remissões.

Em cada indivíduo a esclerose múltipla manifesta com diferentes sintomas, que variam em cada caso. A primeira lesão a se manifestar clinicamente pode não ser a primeira ocorrida. A maioria das pessoas experimenta mais de um sintoma, sendo os mais comuns: fadiga (cansaço), fraqueza muscular, parestesia (p.ex.: formigamento), deambulação (caminhada) instável, visão dupla, tremor e disfunção da bexiga e dos intestinos. Manifestações como hemiplegia (paralisia de um lado do corpo), neuralgia do trigêmeo e paralisia facial, são menos comuns. Alguns desses sintomas são imediatamente evidentes, outros, são frequentemente sutis, que aparecem e desaparecem.

O tratamento pode ser medicamentoso aliado ao reabilitacional, e têm como finalidade fazer com que o portador continue sendo independente, esteja confortado, seja produtivo e atinja um bom nível de resistência. A reabilitação fisioterapêutica tem por objetivo ajudar o paciente a realizar as atividades da vida diária tão facilmente quanto possível e desse modo melhorar sua qualidade de vida. A esclerose múltipla se caracteriza por um progressivo aumento do nível de incapacidade, e a tarefa do fisioterapeuta é maximizar a capacidade funcional do paciente. Isso é obtido por meio de educação, exercícios, tratamentos específicos e o fornecimento dos auxílios necessários.

O tratamento tradicional com cinesioterapia (no solo) e a Hidroterapia auxiliam a reduzir a progressão do comprometimento dos movimentos. Além disso, Fisioterapia Respiratória deve fazer parte da rotina dos pacientes com esclerose múltipla para diminuir os riscos de infecção e insuficiência pulmonar.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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Quiropraxia – a importância do sono

14/10/2015 | 19h15
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Quem não gosta de ter uma boa noite de sono e acordar cheio de disposição? O sono possui essa importante função restauradora, o que nos permite dizer que qualidade de vida e saúde inclui, também, uma boa qualidade de sono.

Mas uma ação tão natural quanto dormir nem sempre é fácil. A cada dia, as pessoas estão mais estressadas, atarefadas com estudos e trabalho. E tudo isso interfere na qualidade do sono, pois não basta deitar em uma cama e dormir por oito horas, é preciso ter um sono de qualidade, verdadeiramente restaurador.

O sono é importante para que ocorra a liberação de alguns hormônios fundamentais para o corpo, consolidação da memória e o relaxamento total da musculatura. Estudos clínicos e experimentais, tanto em humanos como em animais, confirmam a associação entre o sono não reparador e manifestações dolorosas. Além disso, existem evidências de que o sono profundo pode representar um mecanismo compensatório para os processos dolorosos crônicos, de modo que pacientes com maior quantidade de sono profundo provavelmente experimentem os sintomas dolorosos com menor intensidade.

É durante o sono que a coluna vertebral e toda a musculatura do corpo relaxam, os discos intervertebrais se nutrem e se preparam para suportar a força da gravidade que atua sobre o corpo no decorrer do dia.

Sugestões para dormir melhor:
- Tente dormir e acordar mais ou menos no mesmo horário todos os dias.
- Evite comer em horário próximo ao de ir dormir.
- Evite alimentos gordurosos e doces.
- Evite estimulantes como café, refrigerante, álcool e cigarro.
- Procure se exercitar regularmente, porém não muito perto da hora de dormir.

- Consulte seu quiropraxista regularmente a fim de avaliar a saúde de sua coluna.

A Quiropraxia tem papel importante no tratamento de disfunções neuro-músculoesqueléticas, e de seus efeitos na saúde em geral. O tratamento promove bem estar, maior disposição e energia, melhor imunidade e consequentemente um sono de boa qualidade.

É muito comum os pacientes voltarem ao consultório e relatarem que eles dormiram melhor à noite depois de receberem tratamento quiroprático. A Quiropraxia é uma boa alternativa para aqueles indivíduos que não possuem um sono reparador e que não desejam usar medicação para tal problema.

O quiropraxista Max Peres Dias atende na Rua Bento Gonçalves,759, Centro, Camaquã/RS

Telefone: (51) 3671-6843

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Epicondilite Medial

23/08/2015 | 14h06
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A Epicondilite medial é uma patologia dolorosa da região medial (de dentro) do cotovelo, numa região chamada de epicôndilo medial. O uso excessivo dos músculos e tendões do antebraço e cotovelo é a causa mais comum. Algumas atividades repetitivas podem gerar tensão nos músculos. Estas atividades vão desde práticas esportivas (golfe, natação) a atividades comuns da vida diária.

O principal sintoma da epicondilite medial é dor na região ao redor do epicôndilo. A dor pode irradiar para a região do antebraço. A dor normalmente piora nas atividades com "punho cerrado" como segurar objetos. Uma história clínica detalhada e exame físico específico por um médico treinado são suficientes para o diagnóstico. Exames de imagem com radiografias, ultrassonografia e a ressonância magnética podem ser solicitados para confirmar o diagnóstico, quantificar a lesão e evidenciar possíveis outras patologias.

No tratamento conservador das lesões por esforço repetitivo (LER) o objetivo é gerar a cicatrização completa dos tendões. Quando existe um processo inflamatório presente, medicações anti-inflamatórias podem ajudar. Algumas vezes a injeção de cortisona no local da lesão também pode ser necessária. O tratamento fisioterapêutico é muito importante, pois tem como objetivo: diminuir a dor, melhorar a inflamação, evitar maiores lesões e alongar os músculos da região nas primeiras fases. Para isso, utiliza-se da cinesioterapia, crioterapia (gelo), eletroterapia (corrente interferencial, TENS, CDB, ultra-som e laser), bandagens funcionais, alongamentos, mobilizações intra-articulares, entre outros. Após esta fase, o fortalecimento muscular gradual e controlado dos tendões com o uso de therabands (elásticos) e halteres (pesos) ajuda a prevenir lesões futuras.

Neste meio tempo, você pode discutir com seu médico ou fisioterapeuta a utilização de órteses (talas) especiais para epicondilite medial. O tratamento da epicondilite medial também é prolongado e pode levar de 4 a 6 meses. O tratamento cirúrgico é de exclusão, isto é, apenas quando todas as opções não-cirúrgicas foram esgotadas e raramente é necessário.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843

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Tratamento para Rinite Alérgica

11/08/2015 | 08h27
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Nesta edição publico um artigo do médico Dr. Arthur Frazão sobre uma doença que atinge muitos gaúchos, a RINITE. O tratamento para rinite alérgica deve englobar aspectos relacionados à limpeza do local onde a pessoa vive ou passa a maior parte do seu tempo e através de remédios e toma de vacinas antialérgicas.

Inicialmente deve-se sempre prevenir a ocorrência das crises evitando o contato com os agentes que causam os sintomas alérgicos. Se a pessoa ainda não sabe quais são os alérgenos, a partir dos 10 anos já pode realizar testes de alergia de pele para identificá-los. Às vezes é difícil evitar completamente todos os causadores das alergias, mas algumas medidas podem ser tomadas para diminuir a exposição, tais como:

Evitar passear pelo campo ou deixar as janelas muito tempo abertas nos meses de Primavera;

Manter a casa limpa, evitando objetos que acumulam pó;

Usar tecidos de algodão em vez de lã ou sintéticos;

Eliminar a umidade;

Evitar animal de estimação e fumaça de cigarro.

O tratamento medicamentoso para rinite deve ser prescrito pelo médico, sempre que a prevenção e o afastamento dos alérgenos não são eficazes. O tratamento vai depender do tipo e da gravidade dos sintomas, da idade e da existência de doenças associadas. Normalmente são utilizados os seguintes medicamentos:

Anti-histamínicos orais: bloqueiam os efeitos da histamina que causam a rinite alérgica. Normalmente melhoram os sintomas como espirros, coceira e coriza, mas não são tão eficazes contra a congestão nasal. Normalmente são tomados em comprimidos e podem causar alguma sonolência, dificultando o aprendizado e concentração nas crianças, sendo fundamental o aconselhamento médico. Os mais comuns são: Loratadina, desloratadina, cetirizina, levocetirizina, difenidramina, clemastina e fexofenadina. Dentre esses, novas fórmulas que contêm loratadina e cetirizina, causam pouca ou nenhuma sonolência.

Descongestionantes nasais: ajudam a reduzir os sintomas da congestão nasal, reduzindo as secreções, mas não devem ser usados por mais de três dias consecutivos, pois podem causar dependência. As substâncias mais usadas são pseudoefedrina, fenilefrina e oximetazolina.

Corticoides nasais: normalmente é o tratamento mais eficaz para a rinite alérgica e funcionam muito bem quando utilizados na sua prevenção, ou seja, podem ser usados fora das crises. As opções são: fluticasona, mometasona, budesonida, flunisolida, triancinolona e beclometasona.

Vacinas contra alergia: são recomendadas se os causadores da alergia não puderem ser evitados e os sintomas forem difíceis de controlar. Consiste na toma de injeções regulares do alérgeno, administrado em doses crescentes, ajudando o corpo a se adaptar ao antígeno. Atualmente só existe para os alérgenos mais comuns, como pólen, ácaros, pelo de animais, dentre outros. O tratamento dura alguns anos e não deve ser interrompido sob o risco da perda de eficácia.

O tratamento natural para rinite pode ser feito através de cuidados com a higiene das narinas várias vezes ao dia, com solução salina ou soro fisiológico, a fim de remover o muco do nariz. Pode-se também tomar suco de abacaxi com maçã e mel duas vezes ao dia, fazer banho de vapor com chá de eucalipto e sal toda noite antes de dormir e fazer inalações com própolis em spray.

Fonte: www.tuasaude.com / foto JEditorial

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