Blog do Juares | Douglas Decavata - Fisioterapeuta

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17/12/2017

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Douglas Decavata - Fisioterapeuta

O fisioterapeuta Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias - Av. Bento Gonçalves, 759, Camaquã/RS - Fones: (51) 3671-6843 / 9843-3270. E-mail: douglas.decavata@hotmail.com .

Quiropraxia – a importância do sono

14/10/2015 | 19h15
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Quem não gosta de ter uma boa noite de sono e acordar cheio de disposição? O sono possui essa importante função restauradora, o que nos permite dizer que qualidade de vida e saúde inclui, também, uma boa qualidade de sono.

Mas uma ação tão natural quanto dormir nem sempre é fácil. A cada dia, as pessoas estão mais estressadas, atarefadas com estudos e trabalho. E tudo isso interfere na qualidade do sono, pois não basta deitar em uma cama e dormir por oito horas, é preciso ter um sono de qualidade, verdadeiramente restaurador.

O sono é importante para que ocorra a liberação de alguns hormônios fundamentais para o corpo, consolidação da memória e o relaxamento total da musculatura. Estudos clínicos e experimentais, tanto em humanos como em animais, confirmam a associação entre o sono não reparador e manifestações dolorosas. Além disso, existem evidências de que o sono profundo pode representar um mecanismo compensatório para os processos dolorosos crônicos, de modo que pacientes com maior quantidade de sono profundo provavelmente experimentem os sintomas dolorosos com menor intensidade.

É durante o sono que a coluna vertebral e toda a musculatura do corpo relaxam, os discos intervertebrais se nutrem e se preparam para suportar a força da gravidade que atua sobre o corpo no decorrer do dia.

Sugestões para dormir melhor:
- Tente dormir e acordar mais ou menos no mesmo horário todos os dias.
- Evite comer em horário próximo ao de ir dormir.
- Evite alimentos gordurosos e doces.
- Evite estimulantes como café, refrigerante, álcool e cigarro.
- Procure se exercitar regularmente, porém não muito perto da hora de dormir.

- Consulte seu quiropraxista regularmente a fim de avaliar a saúde de sua coluna.

A Quiropraxia tem papel importante no tratamento de disfunções neuro-músculoesqueléticas, e de seus efeitos na saúde em geral. O tratamento promove bem estar, maior disposição e energia, melhor imunidade e consequentemente um sono de boa qualidade.

É muito comum os pacientes voltarem ao consultório e relatarem que eles dormiram melhor à noite depois de receberem tratamento quiroprático. A Quiropraxia é uma boa alternativa para aqueles indivíduos que não possuem um sono reparador e que não desejam usar medicação para tal problema.

O quiropraxista Max Peres Dias atende na Rua Bento Gonçalves,759, Centro, Camaquã/RS

Telefone: (51) 3671-6843

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Epicondilite Medial

23/08/2015 | 14h06
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A Epicondilite medial é uma patologia dolorosa da região medial (de dentro) do cotovelo, numa região chamada de epicôndilo medial. O uso excessivo dos músculos e tendões do antebraço e cotovelo é a causa mais comum. Algumas atividades repetitivas podem gerar tensão nos músculos. Estas atividades vão desde práticas esportivas (golfe, natação) a atividades comuns da vida diária.

O principal sintoma da epicondilite medial é dor na região ao redor do epicôndilo. A dor pode irradiar para a região do antebraço. A dor normalmente piora nas atividades com "punho cerrado" como segurar objetos. Uma história clínica detalhada e exame físico específico por um médico treinado são suficientes para o diagnóstico. Exames de imagem com radiografias, ultrassonografia e a ressonância magnética podem ser solicitados para confirmar o diagnóstico, quantificar a lesão e evidenciar possíveis outras patologias.

No tratamento conservador das lesões por esforço repetitivo (LER) o objetivo é gerar a cicatrização completa dos tendões. Quando existe um processo inflamatório presente, medicações anti-inflamatórias podem ajudar. Algumas vezes a injeção de cortisona no local da lesão também pode ser necessária. O tratamento fisioterapêutico é muito importante, pois tem como objetivo: diminuir a dor, melhorar a inflamação, evitar maiores lesões e alongar os músculos da região nas primeiras fases. Para isso, utiliza-se da cinesioterapia, crioterapia (gelo), eletroterapia (corrente interferencial, TENS, CDB, ultra-som e laser), bandagens funcionais, alongamentos, mobilizações intra-articulares, entre outros. Após esta fase, o fortalecimento muscular gradual e controlado dos tendões com o uso de therabands (elásticos) e halteres (pesos) ajuda a prevenir lesões futuras.

Neste meio tempo, você pode discutir com seu médico ou fisioterapeuta a utilização de órteses (talas) especiais para epicondilite medial. O tratamento da epicondilite medial também é prolongado e pode levar de 4 a 6 meses. O tratamento cirúrgico é de exclusão, isto é, apenas quando todas as opções não-cirúrgicas foram esgotadas e raramente é necessário.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843

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Tratamento para Rinite Alérgica

11/08/2015 | 08h27
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Nesta edição publico um artigo do médico Dr. Arthur Frazão sobre uma doença que atinge muitos gaúchos, a RINITE. O tratamento para rinite alérgica deve englobar aspectos relacionados à limpeza do local onde a pessoa vive ou passa a maior parte do seu tempo e através de remédios e toma de vacinas antialérgicas.

Inicialmente deve-se sempre prevenir a ocorrência das crises evitando o contato com os agentes que causam os sintomas alérgicos. Se a pessoa ainda não sabe quais são os alérgenos, a partir dos 10 anos já pode realizar testes de alergia de pele para identificá-los. Às vezes é difícil evitar completamente todos os causadores das alergias, mas algumas medidas podem ser tomadas para diminuir a exposição, tais como:

Evitar passear pelo campo ou deixar as janelas muito tempo abertas nos meses de Primavera;

Manter a casa limpa, evitando objetos que acumulam pó;

Usar tecidos de algodão em vez de lã ou sintéticos;

Eliminar a umidade;

Evitar animal de estimação e fumaça de cigarro.

O tratamento medicamentoso para rinite deve ser prescrito pelo médico, sempre que a prevenção e o afastamento dos alérgenos não são eficazes. O tratamento vai depender do tipo e da gravidade dos sintomas, da idade e da existência de doenças associadas. Normalmente são utilizados os seguintes medicamentos:

Anti-histamínicos orais: bloqueiam os efeitos da histamina que causam a rinite alérgica. Normalmente melhoram os sintomas como espirros, coceira e coriza, mas não são tão eficazes contra a congestão nasal. Normalmente são tomados em comprimidos e podem causar alguma sonolência, dificultando o aprendizado e concentração nas crianças, sendo fundamental o aconselhamento médico. Os mais comuns são: Loratadina, desloratadina, cetirizina, levocetirizina, difenidramina, clemastina e fexofenadina. Dentre esses, novas fórmulas que contêm loratadina e cetirizina, causam pouca ou nenhuma sonolência.

Descongestionantes nasais: ajudam a reduzir os sintomas da congestão nasal, reduzindo as secreções, mas não devem ser usados por mais de três dias consecutivos, pois podem causar dependência. As substâncias mais usadas são pseudoefedrina, fenilefrina e oximetazolina.

Corticoides nasais: normalmente é o tratamento mais eficaz para a rinite alérgica e funcionam muito bem quando utilizados na sua prevenção, ou seja, podem ser usados fora das crises. As opções são: fluticasona, mometasona, budesonida, flunisolida, triancinolona e beclometasona.

Vacinas contra alergia: são recomendadas se os causadores da alergia não puderem ser evitados e os sintomas forem difíceis de controlar. Consiste na toma de injeções regulares do alérgeno, administrado em doses crescentes, ajudando o corpo a se adaptar ao antígeno. Atualmente só existe para os alérgenos mais comuns, como pólen, ácaros, pelo de animais, dentre outros. O tratamento dura alguns anos e não deve ser interrompido sob o risco da perda de eficácia.

O tratamento natural para rinite pode ser feito através de cuidados com a higiene das narinas várias vezes ao dia, com solução salina ou soro fisiológico, a fim de remover o muco do nariz. Pode-se também tomar suco de abacaxi com maçã e mel duas vezes ao dia, fazer banho de vapor com chá de eucalipto e sal toda noite antes de dormir e fazer inalações com própolis em spray.

Fonte: www.tuasaude.com / foto JEditorial

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Pilates na Terceira Idade

01/07/2015 | 11h51
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O Pilates vem ganhando cada vez mais espaço e notoriedade não apenas dentro das academias, como excelente meio para aprimorar o condicionamento físico (aplicado por educadores físicos), mas também dentro de clínicas e estúdios especializados, como técnica de reabilitação (somente aplicado por fisioterapeutas).

Temos aí duas linhas de aplicação, o Pilates fitness, voltado para finalidade estética e o reabilitacional, atuando como artifício fisioterapêutico no tratamento de patologias ósseas e musculares. Os dois trabalhos se diferem entre si devido ao objetivo a que se propõem, mas podem perfeitamente ser integrados dentro de uma só sessão, dependendo do objetivo específico de cada aluno.

Além dos maiores benefícios pelos quais o Pilates já é conhecido, tais como melhora da consciência corporal e respiratória; aumento de força e definição muscular; alongamento e diminuição de alterações posturais entre outros. Os pontos que mais precisam ser trabalhados com pacientes idosos são o equilíbrio, a perda de massa muscular e óssea (não esquecendo o fator número um a ser eliminado: a dor), assim os exercícios são traçados para suprir essas deficiências, tornando-se a alternativa mais completa àqueles que procuram amenizar e até mesmo reverter os efeitos do tempo sobre o corpo físico.

Por ser uma atividade que não apresenta nenhum tipo de impacto às articulações, podem se beneficiar os portadores de artrose, artrite reumatóide, artroplastia e discopatias degenerativas (degeneração das vértebras e discos da coluna), osteopenia e osteoporose. A prática contribui também para o fortalecimento do períneo, nas mulheres, e do assoalho pélvico em ambos os sexos, favorecendo os portadores de incontinência urinária.

O Pilates é também indicado para restabelecer o equilíbrio, através de exercícios desafiadores restaurando as conexões responsáveis pela sensação de segurança ao caminhar e realizar as atividades do dia-dia. Nos idosos, o equilíbrio pode estar alterado devido a desvios posturais decorrentes da idade. Na foto acima temos duas clientes do meu consultório durante a sessão: Ilda Gonçalves de 86 anos e Zilda Alexandre de 84 anos.

Além disso, a prática estimula a produção e a demanda de cálcio para os ossos que possam estar fragilizados, proporcionando lubrificação e aumento da amplitude dos movimentos para as articulações acometidas, respeitando os limites e avanços de cada um dentro das sessões.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843

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Distrofia Muscular

29/05/2015 | 20h52
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O termo distrofia muscular refere-se a um grupo de mais de 30 doenças genéticas que causam fraqueza progressiva e degeneração dos músculos esqueléticos usados durante o movimento voluntário. Essas doenças variam em idade do aparecimento, gravidade e padrões dos músculos afetados. Todas as formas de distrofia muscular ficam piores à medida que os músculos degeneram progressivamente e enfraquecem. A maioria dos pacientes acaba perdendo a capacidade de deambular (caminhar).

Alguns tipos de distrofia muscular também afetam o coração, sistema gastrointestinal, glândulas endócrinas, coluna vertebral, olhos, cérebro e outros órgãos. Doenças respiratórias e cardíacas são comuns, e alguns pacientes podem desenvolver problemas de deglutição (engolir). Distrofia muscular não é contagiosa e não pode ser adquirida através de lesão ou alguma atividade.

Causas da distrofia muscular

Todos os tipos de distrofia muscular são herdados e envolvem a mutação de um dos milhares de genes que programam as proteínas, as quais são críticas para a integridade muscular. As células do organismo não funcionam apropriadamente quando as proteínas são afetadas ou produzidas em quantidades insuficientes. Muitos casos de distrofia muscular ocorrem em decorrência de mutação espontânea, que não é encontrada nos genes de nenhum dos pais, e esse defeito pode ser passado à próxima geração. Genes contêm mensagens codificadas que determinam as características de uma pessoa e estão arrumados em 23 pares de cromossomos com metade de cada par herdada de cada um dos pais.

Tratamento para distrofia muscular

Não há tratamento específico que possa parar ou reverter a progressão de qualquer tipo de distrofia muscular. Todas as formas de distrofia muscular são genéticas e não podem ser prevenidas. O tratamento para distrofia muscular visa manter o paciente independente o maior tempo possível e prevenir complicações resultantes da fraqueza, diminuição de mobilidade e dificuldades cardíacas e respiratórias. O tratamento pode envolver uma combinação de ações como fisioterapia, terapia ocupacional, remédios e cirurgia.

A ventilação assistida é muitas vezes necessária para tratar a fraqueza respiratória que acompanha muitas formas de distrofia muscular, especialmente nos últimos estágios. A terapia com remédios pode ser receitada pelo médico para adiar a degeneração muscular. Porém, os remédios podem ter efeitos colaterais como ganho de peso e fragilidade óssea que podem ser problemáticos especialmente para crianças. Antibióticos podem ser usados para tratar infecções respiratórias.

A Fisioterapia pode ajudar a prevenir deformidades, melhorar a amplitude de movimentos e manter os músculos o mais flexível e forte possível. A Fisioterapia deve começar o mais cedo possível depois do diagnóstico, antes que ocorra rigidez da musculatura e articulações, para isto utiliza diversas técnicas específicas. O fisioterapeuta pode ajudar alguns pacientes a lidar com a fraqueza progressiva e perda de mobilidade. A Hidroterapia (na piscina térmica) também é um excelente tratamento para as distrofias musculares.

Algumas pessoas podem precisar aprender novos trabalhos e outras formas de realizar tarefas, enquanto outras precisam trocar de emprego. Ajuda tecnológica pode incluir modificações na arrumação de casa e trabalho, assim como uso de cadeira de rodas motorizada, acessórios para cadeira de rodas e utensílios adaptados. Cirurgia corretiva é muitas vezes feita para aliviar as complicações decorrentes da distrofia muscular.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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