Blog do Juares | Douglas Decavata - Fisioterapeuta

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Douglas Decavata - Fisioterapeuta

O fisioterapeuta Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias - Av. Bento Gonçalves, 759, Camaquã/RS - Fones: (51) 3671-6843 / 9843-3270.

Tratamento para Rinite Alérgica

11/08/2015 | 08h27
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Nesta edição publico um artigo do médico Dr. Arthur Frazão sobre uma doença que atinge muitos gaúchos, a RINITE. O tratamento para rinite alérgica deve englobar aspectos relacionados à limpeza do local onde a pessoa vive ou passa a maior parte do seu tempo e através de remédios e toma de vacinas antialérgicas.

Inicialmente deve-se sempre prevenir a ocorrência das crises evitando o contato com os agentes que causam os sintomas alérgicos. Se a pessoa ainda não sabe quais são os alérgenos, a partir dos 10 anos já pode realizar testes de alergia de pele para identificá-los. Às vezes é difícil evitar completamente todos os causadores das alergias, mas algumas medidas podem ser tomadas para diminuir a exposição, tais como:

Evitar passear pelo campo ou deixar as janelas muito tempo abertas nos meses de Primavera;

Manter a casa limpa, evitando objetos que acumulam pó;

Usar tecidos de algodão em vez de lã ou sintéticos;

Eliminar a umidade;

Evitar animal de estimação e fumaça de cigarro.

O tratamento medicamentoso para rinite deve ser prescrito pelo médico, sempre que a prevenção e o afastamento dos alérgenos não são eficazes. O tratamento vai depender do tipo e da gravidade dos sintomas, da idade e da existência de doenças associadas. Normalmente são utilizados os seguintes medicamentos:

Anti-histamínicos orais: bloqueiam os efeitos da histamina que causam a rinite alérgica. Normalmente melhoram os sintomas como espirros, coceira e coriza, mas não são tão eficazes contra a congestão nasal. Normalmente são tomados em comprimidos e podem causar alguma sonolência, dificultando o aprendizado e concentração nas crianças, sendo fundamental o aconselhamento médico. Os mais comuns são: Loratadina, desloratadina, cetirizina, levocetirizina, difenidramina, clemastina e fexofenadina. Dentre esses, novas fórmulas que contêm loratadina e cetirizina, causam pouca ou nenhuma sonolência.

Descongestionantes nasais: ajudam a reduzir os sintomas da congestão nasal, reduzindo as secreções, mas não devem ser usados por mais de três dias consecutivos, pois podem causar dependência. As substâncias mais usadas são pseudoefedrina, fenilefrina e oximetazolina.

Corticoides nasais: normalmente é o tratamento mais eficaz para a rinite alérgica e funcionam muito bem quando utilizados na sua prevenção, ou seja, podem ser usados fora das crises. As opções são: fluticasona, mometasona, budesonida, flunisolida, triancinolona e beclometasona.

Vacinas contra alergia: são recomendadas se os causadores da alergia não puderem ser evitados e os sintomas forem difíceis de controlar. Consiste na toma de injeções regulares do alérgeno, administrado em doses crescentes, ajudando o corpo a se adaptar ao antígeno. Atualmente só existe para os alérgenos mais comuns, como pólen, ácaros, pelo de animais, dentre outros. O tratamento dura alguns anos e não deve ser interrompido sob o risco da perda de eficácia.

O tratamento natural para rinite pode ser feito através de cuidados com a higiene das narinas várias vezes ao dia, com solução salina ou soro fisiológico, a fim de remover o muco do nariz. Pode-se também tomar suco de abacaxi com maçã e mel duas vezes ao dia, fazer banho de vapor com chá de eucalipto e sal toda noite antes de dormir e fazer inalações com própolis em spray.

Fonte: www.tuasaude.com / foto JEditorial

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Pilates na Terceira Idade

01/07/2015 | 11h51
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O Pilates vem ganhando cada vez mais espaço e notoriedade não apenas dentro das academias, como excelente meio para aprimorar o condicionamento físico (aplicado por educadores físicos), mas também dentro de clínicas e estúdios especializados, como técnica de reabilitação (somente aplicado por fisioterapeutas).

Temos aí duas linhas de aplicação, o Pilates fitness, voltado para finalidade estética e o reabilitacional, atuando como artifício fisioterapêutico no tratamento de patologias ósseas e musculares. Os dois trabalhos se diferem entre si devido ao objetivo a que se propõem, mas podem perfeitamente ser integrados dentro de uma só sessão, dependendo do objetivo específico de cada aluno.

Além dos maiores benefícios pelos quais o Pilates já é conhecido, tais como melhora da consciência corporal e respiratória; aumento de força e definição muscular; alongamento e diminuição de alterações posturais entre outros. Os pontos que mais precisam ser trabalhados com pacientes idosos são o equilíbrio, a perda de massa muscular e óssea (não esquecendo o fator número um a ser eliminado: a dor), assim os exercícios são traçados para suprir essas deficiências, tornando-se a alternativa mais completa àqueles que procuram amenizar e até mesmo reverter os efeitos do tempo sobre o corpo físico.

Por ser uma atividade que não apresenta nenhum tipo de impacto às articulações, podem se beneficiar os portadores de artrose, artrite reumatóide, artroplastia e discopatias degenerativas (degeneração das vértebras e discos da coluna), osteopenia e osteoporose. A prática contribui também para o fortalecimento do períneo, nas mulheres, e do assoalho pélvico em ambos os sexos, favorecendo os portadores de incontinência urinária.

O Pilates é também indicado para restabelecer o equilíbrio, através de exercícios desafiadores restaurando as conexões responsáveis pela sensação de segurança ao caminhar e realizar as atividades do dia-dia. Nos idosos, o equilíbrio pode estar alterado devido a desvios posturais decorrentes da idade. Na foto acima temos duas clientes do meu consultório durante a sessão: Ilda Gonçalves de 86 anos e Zilda Alexandre de 84 anos.

Além disso, a prática estimula a produção e a demanda de cálcio para os ossos que possam estar fragilizados, proporcionando lubrificação e aumento da amplitude dos movimentos para as articulações acometidas, respeitando os limites e avanços de cada um dentro das sessões.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843

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Distrofia Muscular

29/05/2015 | 20h52
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O termo distrofia muscular refere-se a um grupo de mais de 30 doenças genéticas que causam fraqueza progressiva e degeneração dos músculos esqueléticos usados durante o movimento voluntário. Essas doenças variam em idade do aparecimento, gravidade e padrões dos músculos afetados. Todas as formas de distrofia muscular ficam piores à medida que os músculos degeneram progressivamente e enfraquecem. A maioria dos pacientes acaba perdendo a capacidade de deambular (caminhar).

Alguns tipos de distrofia muscular também afetam o coração, sistema gastrointestinal, glândulas endócrinas, coluna vertebral, olhos, cérebro e outros órgãos. Doenças respiratórias e cardíacas são comuns, e alguns pacientes podem desenvolver problemas de deglutição (engolir). Distrofia muscular não é contagiosa e não pode ser adquirida através de lesão ou alguma atividade.

Causas da distrofia muscular

Todos os tipos de distrofia muscular são herdados e envolvem a mutação de um dos milhares de genes que programam as proteínas, as quais são críticas para a integridade muscular. As células do organismo não funcionam apropriadamente quando as proteínas são afetadas ou produzidas em quantidades insuficientes. Muitos casos de distrofia muscular ocorrem em decorrência de mutação espontânea, que não é encontrada nos genes de nenhum dos pais, e esse defeito pode ser passado à próxima geração. Genes contêm mensagens codificadas que determinam as características de uma pessoa e estão arrumados em 23 pares de cromossomos com metade de cada par herdada de cada um dos pais.

Tratamento para distrofia muscular

Não há tratamento específico que possa parar ou reverter a progressão de qualquer tipo de distrofia muscular. Todas as formas de distrofia muscular são genéticas e não podem ser prevenidas. O tratamento para distrofia muscular visa manter o paciente independente o maior tempo possível e prevenir complicações resultantes da fraqueza, diminuição de mobilidade e dificuldades cardíacas e respiratórias. O tratamento pode envolver uma combinação de ações como fisioterapia, terapia ocupacional, remédios e cirurgia.

A ventilação assistida é muitas vezes necessária para tratar a fraqueza respiratória que acompanha muitas formas de distrofia muscular, especialmente nos últimos estágios. A terapia com remédios pode ser receitada pelo médico para adiar a degeneração muscular. Porém, os remédios podem ter efeitos colaterais como ganho de peso e fragilidade óssea que podem ser problemáticos especialmente para crianças. Antibióticos podem ser usados para tratar infecções respiratórias.

A Fisioterapia pode ajudar a prevenir deformidades, melhorar a amplitude de movimentos e manter os músculos o mais flexível e forte possível. A Fisioterapia deve começar o mais cedo possível depois do diagnóstico, antes que ocorra rigidez da musculatura e articulações, para isto utiliza diversas técnicas específicas. O fisioterapeuta pode ajudar alguns pacientes a lidar com a fraqueza progressiva e perda de mobilidade. A Hidroterapia (na piscina térmica) também é um excelente tratamento para as distrofias musculares.

Algumas pessoas podem precisar aprender novos trabalhos e outras formas de realizar tarefas, enquanto outras precisam trocar de emprego. Ajuda tecnológica pode incluir modificações na arrumação de casa e trabalho, assim como uso de cadeira de rodas motorizada, acessórios para cadeira de rodas e utensílios adaptados. Cirurgia corretiva é muitas vezes feita para aliviar as complicações decorrentes da distrofia muscular.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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QUIROPRAXIA: Abordagem na Hérnia de Disco

27/04/2015 | 22h16
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Você está sentindo alguma dor na coluna? Sente alguma irradiação da dor para braços ou pernas? Algum formigamento ou dormência nas mãos ou nos pés? Fez uma ressonância magnética que lhe apontou hérnia de disco? Pois bem, não se assuste. Hoje em dia encontramos tratamentos para esse problema que afeta cerca de 5,4 milhões de brasileiros. Um dos tratamentos convencionais mais conceituados no mundo é a Quiropraxia.

Segundo o quiropraxista Max Peres Dias, uma lesão no disco pode ser originada por uma queda, um acidente de carro ou por levantar objetos pesados de forma inadequada. Numa fase inicial, pode produzir dor imediata, localizada ou irradiada para extremidades. Normalmente, é acompanhada por espasmos/contraturas musculares que alteram a forma da coluna, como uma reação do corpo na tentativa de evitar o movimento do local, diminuindo a causa de mais danos ao disco. A hérnia de disco acontece em qualquer disco da coluna vertebral, mas é mais comum na cervical ou lombar. A região lombar é o lugar mais frequentemente sobrecarregado na vida cotidiana. Quando o nervo está comprimido, dor, adormecimento, formigamento, queimação e fraqueza podem ser sentidos por onde o nervo passa, através da perna.

A Quiropraxia dedica-se ao tratamento e a prevenção de alterações mecânicas (sub-luxações) do sistema músculo-esquelético e seus efeitos sobre a função do sistema nervoso e da saúde de maneira geral. Sabemos que a hérnia de disco resulta de disfunção entre a vértebra, o disco e a vértebra adjacente, ou seja a sub-luxação. Por devolver a função normal à articulação, o quiropraxista consegue tirar a compressão que a hérnia e a inflamação associada causam ao nervo. A maioria dos pacientes que procuram a clínica apresentam este problema e o sucesso da Quiropraxia vem porque os ajustes feitos pelo quiropraxista devolvem o movimento e a função normal à coluna, tirando a compressão do nervo causado pela hérnia.

Não é milagre e pode demorar entre uma semana ou vários meses. Recomenda-se que após o tratamento seja feito revisões periódicas da coluna com um quiropraxista, mesmo que não tenha dor, além de exercícios próprios para coluna, alongamentos e mudanças posturais com a Fisioterapia ou o Pilates que também temos no consultório. O quiropraxista Max Peres Dias atende em seu consultório na avenida Bento Gonçalves, número759, em Camaquã/RS.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843

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Fisioterapia na Capsulite Adesiva (ombro congelado)

15/04/2015 | 23h23
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A Capsulite adesiva caracteriza-se pelo surgimento de dor no ombro e sua intensidade aumenta a ponto de se tornar insuportável em especial à noite. Se o portador não procura tratamento, ocorre limitação progressiva dos movimentos do ombro, por isso a doença é conhecida também como “ombro congelado”.

E porque razão ela se chama capsulite adesiva? “Capsulite” porque o portador constata-se com exames, uma inflamação na cápsula articular do seu ombro, espécie de membrana com ligamentos que amarram e envolvem as articulações. Na Capsulite, também se pode comprovar que o líquido sinovial articular está diminuído. Já o “adesiva” deve-se ao fato de a cápsula perder elasticidade e aderir aos ossos.

Ela é autolimitada, ou seja, em até dois anos em geral se cura sozinha. O grande problema é que não se sabe que sequelas pode deixar. As mais comuns são: perda dos movimentos no ombro, atrofia da musculatura; e, por falta de uso, atrofia e fragilização dos ossos. O ideal é consultar o médico ortopedista à primeira indicação. Infelizmente, a capsulite não é bem conhecida e pode ser confundida com bursite, lesão de tendão, artrose e outras doenças do ombro. O diagnóstico inicial é clínico, pode-se comprovar a capsulite com exames como raio X e ressonância magnética.

A primeira parte do tratamento consiste em conversar com o paciente e tranquilizá-lo em relação à dor e à perda de movimentos e de que se trata de uma doença benigna. Com isso, ele se anima e se torna um parceiro no tratamento. Deve-se, em seguida descartar as outras doenças citadas, seja clinicamente, seja mediante exames.

Já o tratamento em si objetiva controlar a dor e evitar a perda progressiva de movimentos e/ou recuperá-los. Usa-se para isso, remédios, Fisioterapia e hidroterapia. Quando não se tem os resultados pretendidos, recorre-se a infiltrações articulares, bloqueios de nervos e até cirurgia, que consiste em liberar a cápsula e/ou os ligamentos que estejam encurtados e/ou tenham aderido aos ossos. A reabilitação fisioterapêutica é fundamental para o paciente voltar às atividades sociais e profissionais o mais rápido possível.

A independência funcional do paciente nas atividades de vida diária, como por exemplo: na sua higiene pessoal, ao alimentar-se, ao vestir-se, ao limpar a casa, ao cozinhar, ao dirigir, no trabalho, etc., é o principal objetivo do fisioterapeuta após o tratamento.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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