Blog do Juares | Douglas Decavata - Fisioterapeuta

Camaquã
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26/05/2017

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Douglas Decavata - Fisioterapeuta

O fisioterapeuta Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias - Av. Bento Gonçalves, 759, Camaquã/RS - Fones: (51) 3671-6843 / 9843-3270.

Cuidados com a postura ao dirigir evita dores nas costas

19/02/2017 | 11h41
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Em breve comemoraremos o Carnaval e os cuidados ao volante devem ser redobrados para quem irá viajar. Acompanhe aqui algumas dicas para diminuir o desgaste físico da viagem.

Pegar a estrada requer precaução. Além de muita atenção ao volante e a todos os dispositivos de segurança do veículo e da pista, é preciso ter muita cautela com a postura, para evitar uma das principais reclamações de quem passa muito tempo na estrada: as dores nas costas.

Pessoas que ficam horas sentadas na mesma posição podem sofrer sérios danos à saúde. Entre os sintomas mais comuns estão as dores musculares na região cervical, torácica e lombar. É comum também a flexibilidade reduzida, a incapacidade de manter a coluna “reta” e a sensação de “estalo” nas costas.

Com um pouco de cuidado na hora de dirigir, muitas complicações podem ser evitadas. Detalhes como ajustar o banco da maneira correta, manter os dois braços confortáveis (semiflexionados e sempre ao volante) e as pernas a uma distância cômoda dos pedais são capazes de livrar os motoristas das dores no final da viagem. Uma inclinação muito acentuada de encosto, que impeça o condutor de apoiar toda a região lombar, por exemplo, sobrecarrega o pescoço e os ombros. É fundamental que a pessoa não force o pescoço para cima ou para baixo.

Para quem vai pegar estrada, é aconselhável que programe paradas a cada duas horas, a fim de “esticar” as pernas e braços, caminhar um pouco, e se alongar antes de seguir viagem. Outra dica é evitar sentar-se no carro com objetos nos bolsos de trás. Isso pode provocar reações no nervo ciático, causando dores lombares que irradiam para as pernas.

A Fisioterapia, a Quiropraxia, a Massoterapia e a Acupuntura são terapias alternativas que tratam as dores nas costas. O método Pilates serve como tratamento preventivo, visto que, as dores nas costas também podem estar relacionadas ao sedentarismo (falta de exercício).

Fonte: Ecosul maio/junho 2013

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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Fisioterapia na Lesão por Esforço Repetitivo (LER)

06/11/2016 | 23h23
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A Lesão por Esforço Repetitivo (LER) pode ser classificada em quatro graus: GRAU I- O paciente refere sensação de peso e desconforto no membro afetado, dor espontânea localizada nos membros superiores (braços) ou cintura escapular, às vezes com pontadas. A dor melhora com o repouso. O prognóstico (previsão de evolução) é bom. GRAU II- A dor é, em geral, mais persistente e intensa e aparece durante a jornada de trabalho de forma intermitente. Pode haver uma irradiação (formigamento e calor) definida, sendo a recuperação em geral mais demorada. Pode aparecer quadro doloroso durante atividades domésticas e ou sociais. O prognóstico é favorável.

GRAU III– A dor torna-se persistente, mais forte. O repouso em geral só atenua a intensidade da dor. É frequente a perda de força muscular e parestesias (formigamentos). Há sensível queda de produtividade, quando não impossibilidade de exercer as funções laborais. Ocorrem alterações de sensibilidade, força e edema (inchaço). Neste estágio o retorno às atividades laborais é problemático. O prognóstico é reservado.GRAU IV- A dor é forte, intensa e contínua, por vezes insuportável, levando o paciente a intenso sofrimento. A capacidade laboral é anulada e a invalidez se caracteriza. Neste estágio são comuns alterações psicológicas com quadros de depressão ansiedade e angústia.

A conduta terapêutica utilizada para o tratamento da LERpode ser conservadora ou cirúrgica, baseando-se nas formas de apresentação clínica. A conduta terapêutica conservadora baseia-se em: Repouso (imobilização e afastamento), medicação (antiinflamatórios, analgésicos, vitaminas e medicações sintomáticas) e fisioterapia. Na fisioterapia são utilizados métodos específicos de tratamento objetivando condicionar os tecidos afetados: Alongar, fortalecer, otimizar a circulação sanguínea e corrigir possíveis causas das LERlocalizadas em outras regiões do corpo como, por exemplo, as alterações posturais e até mesmo atuando no combate ao estresse. As LER, quando diagnosticadas e tratadas precocemente tem seus sintomas controlados com maior facilidade e a resolução ocorre em menor espaço de tempo. Utiliza-se dos aparelhos de eletroterapia (corrente interferencial, TENS, CDB, laser e ultra-som), além da cinesioterapia ou técnicas especificas para correção postural e trabalho global de alongamento e fortalecimento muscular. Também se recomenda o uso de órteses (talas) e bandagens (fitas) para diminuição da sobrecarga na articulação acometida.

A prevenção de LERbaseia-se na adoção de medidas relativas ao tempo de exposição (pausas e limitações de tempo de trabalho), a alterações no processo e organização do trabalho e na adequação de máquinas, mobiliários, dispositivos, equipamentos e ferramentas de trabalho às características dos trabalhadores.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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QUIROPRAXIA - Seria eu velho demais para receber cuidados quiropráticos?

30/09/2016 | 22h20
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Cada vez mais pessoas estão conhecendo a Quiropraxia, especialmente as pessoas de mais idade. Devido a uma preocupação crescente sobre a medicação excessiva e os efeitos adversos que resultam da combinação de vários remédios receitados, os cuidados quiropráticos são ainda mais atraentes por serem naturais e seguros.

Ao restaurar a função espinhal adequada, há a melhora da mobilidade, vitalidade e resistência. Muitos pacientes referem melhora dos sintomas de artrite e outras doenças crônicas que muitas vezes são associadas ao processo de envelhecimento.

A Quiropraxia é um conjunto de técnicas, onde o quiropraxista saberá escolher o melhor para sua condição (idade, sintomas, por exemplo) havendo conforto e resultados máximos para você. E somente o profissional da área sabe se você pode ou não fazer Quiropraxia, visto que são poucas contra-indicações. Até mesmo pessoas com degenerações na coluna e hérnia de disco necessitam do procedimento.

Lembrando que não precisamos ter dor para começar a usufruir da Quiropraxia. Assim como não é com uma sessão apenas que aquela dor que vem incomodando há muito tempo cessará.

Ao envelhecermos e nos tornarmos mais sábios. A simplicidade e efetividade do cuidado quiroprático tornam-se mais e mais óbvias.

Procure um profissional formado na área. A Quiropraxia é um curso superior com duração de 5 anos.

Max Peres Dias, formado pela Universidade FEEVALE, pioneiro em Quiropraxia em Camaquã.

Av. Bento Gonçalves, 759 – Camaquã-RS

Telefone: (51) 3671.6843

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Fraturas do tornozelo

03/08/2016 | 13h45
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1. Como ocorrem as fraturas do tornozelo?

As fraturas que envolvem o tornozelo são muito frequentes. Acidentes de trânsito, quedas de altura e lesões esportivas são algumas das causas desse tipo de fratura, sendo o mecanismo muito similar ao da entorse, porém, com maior impacto, força e velocidade torcional. Pessoas obesas, idosos e fumantes são mais suscetíveis a fraturar o tornozelo quando acometidas por esses tipos de trauma.

2. Como funciona o tornozelo?

O tornozelo é uma estrutura que deve ser estável e ao mesmo tempo flexível para permitir que os movimentos do pé sejam precisos e tenham força suficiente para impulsionar o corpo e absorver os impactos contra o solo.

A articulação do tornozelo é formada pelos dois ossos da perna, a tíbia e a fíbula, e por um osso do pé, o tálus. Eles são presos entre si por vários ligamentos que os unem firmemente, porém permitem o amplo movimento do tornozelo.

A tíbia articula-se com o tálus superiormente e medialmente através da articulação tibiotalar e a fíbula articula-se com o tálus lateralmente através da articulação fibulotalar. Por sua vez, a tíbia e fíbula se unem através da sindesmose (articulação tibiofibular), uma articulação bastante forte e estável, presa pelos ligamentos tibiofibular anterior e posterior.

Nas suas porções mais terminais, esses ossos formam duas saliências chamadas de maléolos. A fíbula forma o maléolo lateral e a tíbia o maléolo medial. Essas saliências são como os “braços de uma pinça” que seguram o tálus e ao mesmo tempo permitem o seu movimento sob a tíbia.

O complexo ligamentar lateral é formado por três ligamentos: o talofibular anterior (LTFA), o calcâneofibular (LCF) e o talofibular posterior (LTFP). Eles impedem que o pé exceda o movimento de inversão (para dentro) e a rotação interna. O ligamento talofibular anterior é o mais frágil e o que mais é lesionado nas entorses de tornozelo.

O ligamento da porção medial é chamado de deltóide. Possui duas camadas e impede a eversão (movimento para fora) e a rotação externa do pé. Esses ligamentos estão intimamente envolvidos com as fraturas do tornozelo e sofrem lesão e rupturas durante o trauma.

Os movimentos do tornozelo são bastante complexos. Quando ocorre a flexão e a extensão, esses movimentos são acompanhados de rotação e deslizamento. Portanto, qualquer fratura que acometa as articulações e estruturas relacionadas é capaz de levar a uma limitação funcional permanente.

3. Como são avaliadas as fraturas do tornozelo?

A história do paciente e o relato do trauma são importantes para a avaliação médica inicial e podem indicar a suspeita de uma fratura. A incapacidade de apoiar o pé no chão, dor á palpação óssea do tornozelo, inchaço importante e hematomas, são sinais clínicos normalmente presentes nas fraturas do tornozelo.

É imprescindível o exame radiológico bilateral, comparativo. As três incidências básicas são: anteroposterior, perfil e mortise (obliqua com rotação interna de 15°-20°).

O raio X fornece informações importantes para o tratamento, como a localização e a extensão do(s) traço(s) da fratura, o desvio dos fragmentos ósseos e as lesões ligamentares associadas, principalmente a lesão da articulação tibiofibular (sindesmose).

4. Quais os tipos de fraturas do tornozelo?

Existem classificações médicas complexas para as fraturas do tornozelo, pois apresentam diversos tipos e com diferentes graus de gravidade.

Basicamente, elas podem envolver apenas um dos lados do tornozelo, sendo chamadas de uni-maleolares, ou acometer ambos os lados, chamadas de bi-maleolares. Isto é, pode ocorrer fratura da fíbula (maléolo lateral) ou da tíbia (maléolo medial) ou de ambos os ossos. Existe também a tri-maleolar, quando ocorre a fratura da porção posterior da tíbia juntamente com a fratura do maléolo lateral e medial.

Traumas graves podem ocasionar o deslocamento completo dos ossos do tornozelo associada á fratura, o que chamamos de fratura-luxação do tornozelo. Em alguns casos, pode ocorrer a lesão da pele e a exposição óssea, ocasionando fraturas expostas. São lesões importantes que necessitam tratamento de urgência para limpar, fixar e restabelecer a anatomia normal do tornozelo.

5. Como são tratadas as fraturas do tornozelo?

Quase todas as fraturas do tornozelo são cirúrgicas, pois são fraturas articulares que devem ser realinhadas e fixadas com precisão para manter o movimento e evitar o desgaste precoce (artrose). Fraturas que podem ser tratadas sem cirurgia são fraturas pequenas, que não atingem a articulação e/ou que não possuem desvios entre os fragmentos.

O tratamento conservador, sem cirurgia, é feito através da imobilização gessada ou bota rígida ortopédica, retirada do apoio com o uso de muletas e acompanhamento radiológico ortopédico até a completa consolidação óssea.

Quando indicado, o tratamento cirúrgico é realizado através da incisão de um ou de ambos os lados do tornozelo, redução dos fragmentos ósseos para a sua posição original e fixação com a utilização de parafusos e placas metálicas.

O tempo ideal para realizar o procedimento cirúrgico pode variar. A presença de grande edema (inchaço), presença de bolhas na pele, ferimentos ou escoriações podem atrasar em alguns dias a cirurgia até que as condições dos tecidos melhorem.

A lesão ou abertura da articulação tibiofibular (sindesmose) deve ser diagnosticada e tratada cirurgicamente. Neste caso, utiliza-se um longo parafuso ou mecanismo de contenção que mantenha a “pinça” articular fechada e estável até a completa cicatrização ligamentar.

6. Como é o pós-operatório de uma fratura do tornozelo?

A conduta após a cirurgia deve ser individualizada para cada tipo de fratura, de acordo com a saúde e qualidade óssea do paciente e o grau de estabilização da fixação adquirida durante o procedimento.

Na maioria dos casos, utiliza-se uma bota imobilizadora rígida e o apoio não é permitido por aproximadamente 45 dias. Curativos são realizados e os pontos retirados em duas semanas.

A Fisioterapia e os exercícios para recuperar a função do tornozelo são iniciados precocemente, quando já existe melhora sintomática e sinais de consolidação óssea ao raio X. Procure o auxílio do fisioterapeuta, ele indicará o melhor tratamento, respeitando as fases da lesão e proporcionando o retorno às atividades de vida diária.

FONTE: clinicaecirurgiadope.com.br

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Síndrome de Guillain-Barré

30/03/2016 | 00h00
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A Síndrome de Guillain-Barré (SGB) é uma doença neurológica grave caracterizada pela inflamação dos nervos e fraqueza muscular, que em alguns casos pode ser fatal. Geralmente ela é diagnosticada após algumas semanas de uma infecção viral como dengue ou Zika Vírus, por exemplo.

A SGB progride em 2 a 4 semanas e a maioria dos pacientes recebe alta hospitalar após 4 semanas, mas o tempo total de recuperação pode demorar meses ou anos. A maioria dos pacientes se recupera e volta a andar após 6 meses a 1 ano de tratamento, mas existem alguns que tem maior dificuldade e que precisam de cerca de 3 anos para se recuperar.

Os sintomas da Síndrome de Guillain-Barré podem ser:

Fraqueza muscular, que geralmente começa nas pernas, mas depois atinge os braços, diafragma e também os músculos da face e da boca, prejudicando a fala e a alimentação;

Formigamento e perda de sensibilidade nos braços e nas pernas;

Dor nas costas, nos quadris e nas coxas;

Palpitações no peito, coração acelerado;

Alterações da pressão, podendo haver pressão alta ou baixa;

Dificuldade para respirar e para engolir;

Dificuldade em controlar a urina e as fezes;

Medo, ansiedade, desmaio e vertigem.

Quando o diafragma é atingido, o paciente começa a sentir dificuldade para respirar, e neste caso é importante que o paciente seja ligado a aparelhos para respirar. Em caso de suspeita de SGB deve-se ir rapidamente para o hospital ou ao neurologista. O tratamento da SGB não cura definitivamente a doença, mas ajuda a reduzir seus sintomas e aceleram a recuperação. Inicialmente o tratamento é feito no hospital, mas após a alta é necessário continuar o tratamento fazendo Fisioterapia.

A Fisioterapia na Síndrome de Guillain-Barré é importante para a recuperação das funções musculares e respiratórias do paciente e deve ser mantida por longos períodos até que o paciente recupere o máximo de suas capacidades.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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