Blog do Juares | Douglas Decavata - Fisioterapeuta

Camaquã-RS
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23/11/2017

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Douglas Decavata - Fisioterapeuta

O fisioterapeuta Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias - Av. Bento Gonçalves, 759, Camaquã/RS - Fones: (51) 3671-6843 / 9843-3270. E-mail: douglas.decavata@hotmail.com .

Quiropraxia na gravidez

11/11/2017 | 19h11
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Cerca de 2\3 das grávidas queixam-se de dor nas costas. E os motivos são variados. Além do aumento de peso, o “centro de gravidade” é alterado, mudando completamente a postura da nova mamãe, muitas vezes trazendo desconforto. Além disso, a gestação libera um hormônio chamado relaxina, que relaxa os ligamentos da bacia para melhor o encaixe do bebê e auxilia na hora do parto. O corpo se prepara durante os nove meses e uma das principais mudanças é que as articulações ficam mais frouxas para o momento da passagem do bebê pela pelve. Porém, esse relaxamento contribui para o desalinhamento articular.

Por causa disso, todo o corpo fica mais móvel e há, portanto, uma maior tendência a sentir dor – principalmente as gestantes que não estavam acostumadas a praticar exercícios antes de engravidarem. Para o alívio desse incômodo e alinhamento da coluna para o momento do parto, visando evitar estresse sobre as articulações da mãe e do bebê, está indicado o tratamento quiroprático.

Por meio de ajustes específicos que restauram o equilíbrio pélvico e o funcionamento do sistema nervoso, as mamães podem enfrentar o parto, assim como o pós-parto, com um pouco mais de facilidade e de vitalidade. Como esse alinhamento traz o alívio das dores, a Quiropraxia tem sido recomendada para as futuras mamães que, com o crescer da barriga, têm o centro de gravidade alterado e são acometidas por essas sensações em diversas partes do corpo.

Benefícios do tratamento quiroprático durante a gravidez

Manter a gravidez saudável.

Manter púbis equilibrado (o que contribui para a dilatação).

Pode reduzir o tempo de trabalho de parto.

Reduzir chances de cesárea por diminuir o estresse uterino e melhorar os ligamentos de apoio.

Recuperação pós-parto com menos fadiga e cansaço.

Diminuição de dor nas articulações.

Contraindicações/Restrições

Não é indicado o procedimento para pessoas que nunca tenham sido tratadas com Quiropraxia antes do terceiro mês de gestação.

Gestantes com frouxidão ligamentar prévia

Osteoporose muito grave

Gestantes com algum tipo de complicação durante a gravidez (Sangramento, Aumento de pressão arterial)

O quiropraxista Max Peres Dias atende em Camaquã na Av. Bento Gonçalves, 759.

Contato: (51) 3671-6843 (51) 99966-9934.

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Bursite trocantérica é tratada com medicamentos e Fisioterapia

14/08/2017 | 09h09
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Numa revisão bibliográfica encontrei um bom artigo de um fisioterapeuta que relata o tratamento de uma lesão muito atendida nas clínicas de Fisioterapia em Camaquã: Bursite Trocantérica.

 Uma das causas mais comuns de dor no quadril é a bursite trocantérica, uma inflamação de qualquer uma das bursas trocantéricas. É o fisioterapeuta Vitor Gomes dos Santos, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, quem explica. “A bursa trocantérica é um tecido sinovial localizado superficialmente ao trocânter maior, a parte do fêmur proximal que é saliente lateralmente no quadril. Todo indivíduo tem quatro ou mais bursas trocantéricas em cada quadril. Estas bursas funcionam como se fossem um ‘saco vazio’ sobre as proeminencias ósseas, facilitando o deslizamento de tendões e fáscias sobre o osso. Bursite trocantérica é uma causa comum de dor no quadril e os pacientes frequentemente sofrem limitação nas suas atividades físicas e dormem com dificuldade”, diz ele.

Algumas pesquisas sugerem que não é somente a inflamação da bursa que causaria dor. As bursas trocantéricas, prossegue Vitor, possuem pequenos nervos em seu interior que irritados ou comprimidos podem causar dor. “Outras doenças podem evoluir com dor na região trocantérica, como a ruptura dos tendões abdutores. Por estes motivos, alguns autores têm sugerido o nome síndrome da dor trocantérica lateral em substituição a bursite trocantérica”, ilustra ele.

O fisioterapeuta explica que essa inflamação é causada por movimento exagerado dos tendões e fáscias sobre o trocânter maiore que a pressão direta pode causar ou agravar os sintomas. “Com a evolução da inflamação, a bursa progressivamente perde a sua função deslizante e engrossa suas paredes. Os pacientes com bursite trocantérica frequentemente apresentam uma ou mais das seguintes condições: doença na coluna lombar; diferença de comprimento entre os membros inferiores; doença na articulação sacroilíaca; artrose do joelho e entorse do tornozelo. Acredita-se que estas anormalidades possam alterar a marcha e consequentemente irritar a bursa trocantérica”, enumera.

A bursite trocantérica causa dor na lateral do quadril e na coxa, podendo causar dificuldade para caminhar. A pressão direta sobre a bursa aumenta a dor e é difícil deitar sobre o lado afetado. Por todas estas manifestações, a bursite trocantérica pode prejudicar o sono, evitar a realização de atividades físicas e reduzir significativamente a qualidade de vida. Vitor pontua que o médico poderá solicitar raio-x para excluir o diagnóstico de algumas outras doenças e que ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética podem ser muito úteis no auxílio do diagnóstico.

A boa notícia e que o tratamento não cirúrgico da bursite trocantérica alcança resultados satisfatórios na maioria dos pacientes, incluindo o uso de medicações, fisioterapia e infiltrações. “A cura da bursite trocantérica pode ser difícil de ser alcançada em alguns casos, o que não significa que não haverá melhora dos sintomas com o tratamento. Mas temos tido excelentes resultados no CREB. A fisioterapia associa medidas locais de temperatura com exercícios de alongamento dos tecidos que fazem pressão sobre a bursa.

Alterações na marcha e função muscular também podem ser corrigidas pela fisioterapia em alguns casos. O uso do Ultrassom, estimulação elétrica percutânea (TENS) ou terapias por ondas de choque (TOC) podem eventualmente ser indicados. A Terapia por Ondas de Choque oferece excelentes resultados para esses casos, melhorando em muito a dor. “No CREB, temos a possibilidade de também indicar a hidroterapia assistida para esses pacientes, ajudando a melhorar a dor e a mobilidade”, finaliza ele.

Fonte: https://www.creb.com.br

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Os benefícios da Massoterapia

28/05/2017 | 22h29
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Nesta edição a massoterapeuta Nina Decavata explica os benefícios que a massagem proporciona ao corpo e a mente. Vale a pena conferir!

A Massoterapia é uma técnica terapêutica de massagens realizada pelo fisioterapeuta ou massoterapeuta. É um tipo de tratamento bastante procurado pela população hoje em dia visando auxiliar no sistema linfático, por conta da estética corporal, além de minimizar os efeitos do estresse, má circulação sanguínea, dores musculares ou lesões no corpo. Assim também pode ser utilizada como meio de prevenção desses fatores ao invés de ser visto como um meio de aliviar esses problemas. Os pacientes/clientes que estão acostumados com a técnica relatam muitos elogios e benefícios a respeito dela.

Os seus benefícios são basicamente o aumento da percepção do corpo, a consciência corporal, o relaxamento desviando os problemas de estresse, promove uma melhora na circulação sanguínea, linfática e capilar, melhora a capacidade do sistema respiratório, é também um meio antidepressivo, desportivo, favorece a estética do corpo, tonifica os músculos, equilibra a parte física e mental, é um estímulo muscular profundo e sensorial, estimula os nervos receptores de informações, ameniza fibrose em músculos que sofreram lesões, auxilia na flexibilidade dos músculos, melhora a elasticidade e aparência da pele, libera aderência e fibrose de cicatrizes, alivia dores nos músculos, previne da fadiga muscular, promove mais disposição ao corpo, sensação de bem estar e leveza.

Devido a todos esses benefícios, a massoterapia é excelente para pessoas que sofrem com a pele, junto de exercícios físicos são ótimas para combater a celulite ou a elasticidade da pele, problemas esses de muitas pessoas e principalmente as mulheres. Por isso é visto como um meio de solução para grande parte da população, e desde então passou a ser um meio bastante recomendado por muitos especialistas da área da saúde como dermatologistas, traumatologistas, psicólogos, entre outros.

Como podemos perceber, seus principais benefícios são relacionados à pele e músculo, portanto o profissional deve fazer faculdade ou cursos para essa finalidade para que seu trabalho seja de total eficiência e os resultados esperados sejam totalmente obtidos pelas pessoas que buscam esse meio tão benéfico ao corpo.

Nina Decavata atende em seu consultório na Av. Capitão Adolfo Castro, nº. 299. Camaquã/RS. Contato: (51) 99628-2378.

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Cuidados com a postura ao dirigir evita dores nas costas

19/02/2017 | 11h41
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Em breve comemoraremos o Carnaval e os cuidados ao volante devem ser redobrados para quem irá viajar. Acompanhe aqui algumas dicas para diminuir o desgaste físico da viagem.

Pegar a estrada requer precaução. Além de muita atenção ao volante e a todos os dispositivos de segurança do veículo e da pista, é preciso ter muita cautela com a postura, para evitar uma das principais reclamações de quem passa muito tempo na estrada: as dores nas costas.

Pessoas que ficam horas sentadas na mesma posição podem sofrer sérios danos à saúde. Entre os sintomas mais comuns estão as dores musculares na região cervical, torácica e lombar. É comum também a flexibilidade reduzida, a incapacidade de manter a coluna “reta” e a sensação de “estalo” nas costas.

Com um pouco de cuidado na hora de dirigir, muitas complicações podem ser evitadas. Detalhes como ajustar o banco da maneira correta, manter os dois braços confortáveis (semiflexionados e sempre ao volante) e as pernas a uma distância cômoda dos pedais são capazes de livrar os motoristas das dores no final da viagem. Uma inclinação muito acentuada de encosto, que impeça o condutor de apoiar toda a região lombar, por exemplo, sobrecarrega o pescoço e os ombros. É fundamental que a pessoa não force o pescoço para cima ou para baixo.

Para quem vai pegar estrada, é aconselhável que programe paradas a cada duas horas, a fim de “esticar” as pernas e braços, caminhar um pouco, e se alongar antes de seguir viagem. Outra dica é evitar sentar-se no carro com objetos nos bolsos de trás. Isso pode provocar reações no nervo ciático, causando dores lombares que irradiam para as pernas.

A Fisioterapia, a Quiropraxia, a Massoterapia e a Acupuntura são terapias alternativas que tratam as dores nas costas. O método Pilates serve como tratamento preventivo, visto que, as dores nas costas também podem estar relacionadas ao sedentarismo (falta de exercício).

Fonte: Ecosul maio/junho 2013

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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Fisioterapia na Lesão por Esforço Repetitivo (LER)

06/11/2016 | 23h23
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A Lesão por Esforço Repetitivo (LER) pode ser classificada em quatro graus: GRAU I- O paciente refere sensação de peso e desconforto no membro afetado, dor espontânea localizada nos membros superiores (braços) ou cintura escapular, às vezes com pontadas. A dor melhora com o repouso. O prognóstico (previsão de evolução) é bom. GRAU II- A dor é, em geral, mais persistente e intensa e aparece durante a jornada de trabalho de forma intermitente. Pode haver uma irradiação (formigamento e calor) definida, sendo a recuperação em geral mais demorada. Pode aparecer quadro doloroso durante atividades domésticas e ou sociais. O prognóstico é favorável.

GRAU III– A dor torna-se persistente, mais forte. O repouso em geral só atenua a intensidade da dor. É frequente a perda de força muscular e parestesias (formigamentos). Há sensível queda de produtividade, quando não impossibilidade de exercer as funções laborais. Ocorrem alterações de sensibilidade, força e edema (inchaço). Neste estágio o retorno às atividades laborais é problemático. O prognóstico é reservado.GRAU IV- A dor é forte, intensa e contínua, por vezes insuportável, levando o paciente a intenso sofrimento. A capacidade laboral é anulada e a invalidez se caracteriza. Neste estágio são comuns alterações psicológicas com quadros de depressão ansiedade e angústia.

A conduta terapêutica utilizada para o tratamento da LERpode ser conservadora ou cirúrgica, baseando-se nas formas de apresentação clínica. A conduta terapêutica conservadora baseia-se em: Repouso (imobilização e afastamento), medicação (antiinflamatórios, analgésicos, vitaminas e medicações sintomáticas) e fisioterapia. Na fisioterapia são utilizados métodos específicos de tratamento objetivando condicionar os tecidos afetados: Alongar, fortalecer, otimizar a circulação sanguínea e corrigir possíveis causas das LERlocalizadas em outras regiões do corpo como, por exemplo, as alterações posturais e até mesmo atuando no combate ao estresse. As LER, quando diagnosticadas e tratadas precocemente tem seus sintomas controlados com maior facilidade e a resolução ocorre em menor espaço de tempo. Utiliza-se dos aparelhos de eletroterapia (corrente interferencial, TENS, CDB, laser e ultra-som), além da cinesioterapia ou técnicas especificas para correção postural e trabalho global de alongamento e fortalecimento muscular. Também se recomenda o uso de órteses (talas) e bandagens (fitas) para diminuição da sobrecarga na articulação acometida.

A prevenção de LERbaseia-se na adoção de medidas relativas ao tempo de exposição (pausas e limitações de tempo de trabalho), a alterações no processo e organização do trabalho e na adequação de máquinas, mobiliários, dispositivos, equipamentos e ferramentas de trabalho às características dos trabalhadores.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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