Blog do Juares | Douglas Decavata - Fisioterapeuta

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14/11/2018

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Douglas Decavata - Fisioterapeuta

O fisioterapeuta Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias - Av. Bento Gonçalves, 759, Camaquã/RS - Fones: (51) 3671-6843 / 9843-3270. E-mail: douglas.decavata@hotmail.com .

Principais Lesões de Joelho

08/04/2018 | 13h43
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Uma das maiores articulações do nosso corpo é o joelho, basicamente formada por três ossos: o fêmur, a tíbia e a patela que estão ligados por meio de algumas estruturas como meniscos, tendões dos músculos das coxas e panturrilhas e ligamentos. Por ser bastante vulnerável aos traumas diretos e indiretos, além do seu alto uso (muitas vezes de maneira inadequada), o joelho é uma das áreas que mais sofrem lesões no corpo humano.

No dia a dia, diferentes ocasiões podem favorecer o aparecimento de patologias no joelho, como traumas ou posturas incorretas, por exemplo, mas é no meio esportivo que a incidência de lesões é bem maior, estando no auge das ocorrências ortopédicas. Isso ocorre porque, caso a prática esportiva não seja realizada de maneira dosada, pode acabar sobrecarregando o joelho, gerando efeitos nocivos e muitas vezes de ampla gravidade.

Veja abaixo as principais patologias que acometem o joelho:

– Ligamento Cruzado Anterior

O LCA conecta a tíbia ao fêmur, protegendo o joelho de importantes movimentos que o esporte exige, por exemplo, envolvendo rotação e translação, como é o caso dos movimentos para mudar de direção. Uma vez rompido o LCA, o indivíduo passa a sentir bastante dificuldade para realizar algumas atividades que envolvam a rotação do joelho.

– Ligamento Cruzado Posterior

A principal função do LCP é impedir a translação posterior da tíbia em relação ao fêmur, além de prevenir a rotação externa da tíbia. Lesões nesta estrutura levam à instabilidade do joelho e hiperpressão femoropatelar, podendo causar desde a dor característica até alterações degenerativas.

– Luxação patelar

A patela pode luxar ou sair da articulação com menor frequência ou de forma recidivante, principalmente em mulheres jovens. Para o surgimento de patologias a partir da luxação patelar, diversos fatores são analisados como sexo, idade, atividades corriqueiras, dentre outras. Em alguns casos é comum o surgimento da Síndrome fêmoro-patelar que causa, dentre outros sintomas, dor no joelho pelo contato entre a patela e o fêmur por questões anatômicas ou desequilíbrios musculares. Entre as causas para a luxação patelar estão os casos de patela alta e alterações ósseas do fêmur, por exemplo.

– Condromalácia patelar

Conhecida popularmente por joelho de corredor, a condromalácia patelar surge em decorrência de um “amolecimento” da cartilagem. A causa não é exata, mas pode estar relacionada com fatores anatômicos, histológicos e fisiológicos. Um dos fatores comuns é por sobrecarga. Dentre os sintomas podem ser apontados: inchaço por baixo da edema do joelho; dor constante no meio do joelho; dor durante uma corrida, ao descer ou subir escadas e ao ficar muito tempo sentado.

– Artrose do joelho

Por suportar bastante peso ao longo do dia é normal que com o passar dos anos seja verificado um processo de desgaste da cartilagem ou “artrose”. Muitas vezes, o paciente apresenta o problema no joelho, mas não sente dores associadas.

– Tendinite patelar

Patologia do tendão patelar que, normalmente, relaciona-se com atividades no esporte que envolvem saltos e desacelerações bruscas, é o caso do atletismo e do futebol, por exemplo. Também conhecida como “joelho do saltador”, trata-se de uma das doenças do joelho mais comuns que afetam os atletas.

– Sindrome do corredor

Consiste numa inflamação da banda iliotibial (região lateral da coxa) como consequência da flexo-extensão excessiva do joelho que é resultante de fatores que promoveram um aumento na tensão ou atrito na região. Os principais sintomas são hipersensibilidade, dor e queimação na região lateral do fêmur. Diversos fatores podem favorecer o aparecimento da lesão, como calçados inadequados, sobrecarga provocada por treinamentos e competições e encurtamentos musculares.

– Lesões de menisco

O menisco é uma estrutura localizada no meio do joelho, entre o fêmur e a tíbia. Eles são responsáveis pela absorção dos impactos realizados sobre os joelhos e diferentes situações podem gerar lesões nessas estruturas, especialmente, nos casos de movimentos de giro.

– Cisto de Baker

Diferentes patologias que afetam os joelhos, como artrose, lesões meniscais, lesões na cartilagem, dentre outras, podem promover um aumento na produção de líquido sinovial, popularmente conhecida por sinovite, que levará a formação do cisto de Baker. Os principais sintomas são dor e rigidez no joelho e inchaço na parte de trás (às vezes, estendendo-se para a perna). O aumento de líquido provoca uma saliência, causando sensação de desconforto atrás do joelho.

Fonte: site www.fisioterapiamanual.com.br

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias.

Fone: (51) 3671 6843.

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Fibromialgia: saiba como tratar

28/01/2018 | 22h02
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A Fibromialgia é uma forma comum de dor muscular generalizada e fadiga, de causa desconhecida. O sintoma mais comum é a dor musculoesquelética difusa. A dor geralmente ocorre em todo o corpo, embora possa começar numa região, como o pescoço e ombros, e pode-se disseminar com o tempo. Cerca de 90% das pessoas com fibromialgia descreve fadiga (cansaço) moderada ou severa. Também podem apresentar problemas de sono, enxaqueca (dor de cabeça) e alterações de humor.

O diagnóstico baseia-se no exame clínico feito pelo reumatologista ou fisioterapeuta com base nos sintomas da pessoa. Como as queixas principais são dor, limitação de movimento e fraqueza muscular, é importante avaliar estes aspectos para serem avaliados inicialmente e reavaliados ao longo do tratamento.

Estabelecem-se os seguintes critérios que devem estar presentes por um período mínimo de três meses: história de dor difusa e dor em 11 de 18 pontos dolorosos (figura acima): região occipital (nuca), região cervical baixa (pescoço), músculo trapézio (costas), músculos supra-espinhosos, epicôndilos laterais (cotovelos), segundos espaços intercostais (costelas), músculos glúteos (bumbum), trocânteres maiores (fêmur) e joelhos.

O tratamento médico inclui a inativação dos pontos gatilhos (feitas através de injeção com anestésicos ou solução fisiológica salina seguida por alongamento e calor). A reabilitação fisioterapêutica se dá pela terapia manual através da pressão dos tender points (área sensível no músculo, junção tendão músculo, coxim gorduroso ou região da bursa), fricção profunda e alongamento muscular. Restauração da amplitude de movimento e força muscular com alongamentos e exercícios cinesioterapêuticos. Analgesia com termo-eletroterapia e, além disso, programas educativos para ajudá-lo a entender e a lidar com a fibromialgia.

Algumas pessoas com fibromialgia apresentam sintomas tão severos que elas são incapazes de desempenhar-se bem no trabalho ou socialmente. Esses indivíduos podem requerer atenção num programa que utiliza fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, reumatologista, psicólogo e especialista em sono.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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Cuidados com a postura ao dirigir evita dores nas costas

03/12/2017 | 23h52
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Em breve comemoraremos o Natal e Ano Novo e os cuidados ao volante devem ser redobrados para quem irá viajar. Acompanhe aqui algumas dicas para diminuir o desgaste físico da viagem.

Pegar a estrada requer precaução. Além de muita atenção ao volante e a todos os dispositivos de segurança do veículo e da pista, é preciso ter muita cautela com a postura, para evitar uma das principais reclamações de quem passa muito tempo na estrada: as dores nas costas.

Pessoas que ficam horas sentadas na mesma posição podem sofrer sérios danos à saúde. Entre os sintomas mais comuns estão as dores musculares na região cervical, torácica e lombar. É comum também a flexibilidade reduzida, a incapacidade de manter a coluna “reta” e a sensação de “estalo” nas costas.

Com um pouco de cuidado na hora de dirigir, muitas complicações podem ser evitadas. Detalhes como ajustar o banco da maneira correta, manter os dois braços confortáveis (semiflexionados e sempre ao volante) e as pernas a uma distância cômoda dos pedais são capazes de livrar os motoristas das dores no final da viagem. Uma inclinação muito acentuada de encosto, que impeça o condutor de apoiar toda a região lombar, por exemplo, sobrecarrega o pescoço e os ombros. É fundamental que a pessoa não force o pescoço para cima ou para baixo.

Para quem vai pegar estrada, é aconselhável que programe paradas a cada duas horas, a fim de “esticar” as pernas e braços, caminhar um pouco, e se alongar antes de seguir viagem. Outra dica é evitar sentar-se no carro com objetos nos bolsos de trás. Isso pode provocar reações no nervo ciático, causando dores lombares que irradiam para as pernas.

A Fisioterapia, a Quiropraxia, a Massoterapia e a Acupuntura são terapias alternativas que tratam as dores nas costas. O método Pilates serve como tratamento preventivo, visto que, as dores nas costas também podem estar relacionadas ao sedentarismo (falta de exercício).

FONTE: ECOSUL MAIO/JUNHO 2013.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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Quiropraxia na gravidez

11/11/2017 | 19h11
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Cerca de 2\3 das grávidas queixam-se de dor nas costas. E os motivos são variados. Além do aumento de peso, o “centro de gravidade” é alterado, mudando completamente a postura da nova mamãe, muitas vezes trazendo desconforto. Além disso, a gestação libera um hormônio chamado relaxina, que relaxa os ligamentos da bacia para melhor o encaixe do bebê e auxilia na hora do parto. O corpo se prepara durante os nove meses e uma das principais mudanças é que as articulações ficam mais frouxas para o momento da passagem do bebê pela pelve. Porém, esse relaxamento contribui para o desalinhamento articular.

Por causa disso, todo o corpo fica mais móvel e há, portanto, uma maior tendência a sentir dor – principalmente as gestantes que não estavam acostumadas a praticar exercícios antes de engravidarem. Para o alívio desse incômodo e alinhamento da coluna para o momento do parto, visando evitar estresse sobre as articulações da mãe e do bebê, está indicado o tratamento quiroprático.

Por meio de ajustes específicos que restauram o equilíbrio pélvico e o funcionamento do sistema nervoso, as mamães podem enfrentar o parto, assim como o pós-parto, com um pouco mais de facilidade e de vitalidade. Como esse alinhamento traz o alívio das dores, a Quiropraxia tem sido recomendada para as futuras mamães que, com o crescer da barriga, têm o centro de gravidade alterado e são acometidas por essas sensações em diversas partes do corpo.

Benefícios do tratamento quiroprático durante a gravidez

Manter a gravidez saudável.

Manter púbis equilibrado (o que contribui para a dilatação).

Pode reduzir o tempo de trabalho de parto.

Reduzir chances de cesárea por diminuir o estresse uterino e melhorar os ligamentos de apoio.

Recuperação pós-parto com menos fadiga e cansaço.

Diminuição de dor nas articulações.

Contraindicações/Restrições

Não é indicado o procedimento para pessoas que nunca tenham sido tratadas com Quiropraxia antes do terceiro mês de gestação.

Gestantes com frouxidão ligamentar prévia

Osteoporose muito grave

Gestantes com algum tipo de complicação durante a gravidez (Sangramento, Aumento de pressão arterial)

O quiropraxista Max Peres Dias atende em Camaquã na Av. Bento Gonçalves, 759.

Contato: (51) 3671-6843 (51) 99966-9934.

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Bursite trocantérica é tratada com medicamentos e Fisioterapia

14/08/2017 | 09h09
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Numa revisão bibliográfica encontrei um bom artigo de um fisioterapeuta que relata o tratamento de uma lesão muito atendida nas clínicas de Fisioterapia em Camaquã: Bursite Trocantérica.

 Uma das causas mais comuns de dor no quadril é a bursite trocantérica, uma inflamação de qualquer uma das bursas trocantéricas. É o fisioterapeuta Vitor Gomes dos Santos, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, quem explica. “A bursa trocantérica é um tecido sinovial localizado superficialmente ao trocânter maior, a parte do fêmur proximal que é saliente lateralmente no quadril. Todo indivíduo tem quatro ou mais bursas trocantéricas em cada quadril. Estas bursas funcionam como se fossem um ‘saco vazio’ sobre as proeminencias ósseas, facilitando o deslizamento de tendões e fáscias sobre o osso. Bursite trocantérica é uma causa comum de dor no quadril e os pacientes frequentemente sofrem limitação nas suas atividades físicas e dormem com dificuldade”, diz ele.

Algumas pesquisas sugerem que não é somente a inflamação da bursa que causaria dor. As bursas trocantéricas, prossegue Vitor, possuem pequenos nervos em seu interior que irritados ou comprimidos podem causar dor. “Outras doenças podem evoluir com dor na região trocantérica, como a ruptura dos tendões abdutores. Por estes motivos, alguns autores têm sugerido o nome síndrome da dor trocantérica lateral em substituição a bursite trocantérica”, ilustra ele.

O fisioterapeuta explica que essa inflamação é causada por movimento exagerado dos tendões e fáscias sobre o trocânter maiore que a pressão direta pode causar ou agravar os sintomas. “Com a evolução da inflamação, a bursa progressivamente perde a sua função deslizante e engrossa suas paredes. Os pacientes com bursite trocantérica frequentemente apresentam uma ou mais das seguintes condições: doença na coluna lombar; diferença de comprimento entre os membros inferiores; doença na articulação sacroilíaca; artrose do joelho e entorse do tornozelo. Acredita-se que estas anormalidades possam alterar a marcha e consequentemente irritar a bursa trocantérica”, enumera.

A bursite trocantérica causa dor na lateral do quadril e na coxa, podendo causar dificuldade para caminhar. A pressão direta sobre a bursa aumenta a dor e é difícil deitar sobre o lado afetado. Por todas estas manifestações, a bursite trocantérica pode prejudicar o sono, evitar a realização de atividades físicas e reduzir significativamente a qualidade de vida. Vitor pontua que o médico poderá solicitar raio-x para excluir o diagnóstico de algumas outras doenças e que ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética podem ser muito úteis no auxílio do diagnóstico.

A boa notícia e que o tratamento não cirúrgico da bursite trocantérica alcança resultados satisfatórios na maioria dos pacientes, incluindo o uso de medicações, fisioterapia e infiltrações. “A cura da bursite trocantérica pode ser difícil de ser alcançada em alguns casos, o que não significa que não haverá melhora dos sintomas com o tratamento. Mas temos tido excelentes resultados no CREB. A fisioterapia associa medidas locais de temperatura com exercícios de alongamento dos tecidos que fazem pressão sobre a bursa.

Alterações na marcha e função muscular também podem ser corrigidas pela fisioterapia em alguns casos. O uso do Ultrassom, estimulação elétrica percutânea (TENS) ou terapias por ondas de choque (TOC) podem eventualmente ser indicados. A Terapia por Ondas de Choque oferece excelentes resultados para esses casos, melhorando em muito a dor. “No CREB, temos a possibilidade de também indicar a hidroterapia assistida para esses pacientes, ajudando a melhorar a dor e a mobilidade”, finaliza ele.

Fonte: https://www.creb.com.br

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