Blog do Juares | Douglas Decavata - Fisioterapeuta

Camaquã
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28/07/2017

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Douglas Decavata - Fisioterapeuta

O fisioterapeuta Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias - Av. Bento Gonçalves, 759, Camaquã/RS - Fones: (51) 3671-6843 / 9843-3270.

Os benefícios da Massoterapia

28/05/2017 | 22h29
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Nesta edição a massoterapeuta Nina Decavata explica os benefícios que a massagem proporciona ao corpo e a mente. Vale a pena conferir!

A Massoterapia é uma técnica terapêutica de massagens realizada pelo fisioterapeuta ou massoterapeuta. É um tipo de tratamento bastante procurado pela população hoje em dia visando auxiliar no sistema linfático, por conta da estética corporal, além de minimizar os efeitos do estresse, má circulação sanguínea, dores musculares ou lesões no corpo. Assim também pode ser utilizada como meio de prevenção desses fatores ao invés de ser visto como um meio de aliviar esses problemas. Os pacientes/clientes que estão acostumados com a técnica relatam muitos elogios e benefícios a respeito dela.

Os seus benefícios são basicamente o aumento da percepção do corpo, a consciência corporal, o relaxamento desviando os problemas de estresse, promove uma melhora na circulação sanguínea, linfática e capilar, melhora a capacidade do sistema respiratório, é também um meio antidepressivo, desportivo, favorece a estética do corpo, tonifica os músculos, equilibra a parte física e mental, é um estímulo muscular profundo e sensorial, estimula os nervos receptores de informações, ameniza fibrose em músculos que sofreram lesões, auxilia na flexibilidade dos músculos, melhora a elasticidade e aparência da pele, libera aderência e fibrose de cicatrizes, alivia dores nos músculos, previne da fadiga muscular, promove mais disposição ao corpo, sensação de bem estar e leveza.

Devido a todos esses benefícios, a massoterapia é excelente para pessoas que sofrem com a pele, junto de exercícios físicos são ótimas para combater a celulite ou a elasticidade da pele, problemas esses de muitas pessoas e principalmente as mulheres. Por isso é visto como um meio de solução para grande parte da população, e desde então passou a ser um meio bastante recomendado por muitos especialistas da área da saúde como dermatologistas, traumatologistas, psicólogos, entre outros.

Como podemos perceber, seus principais benefícios são relacionados à pele e músculo, portanto o profissional deve fazer faculdade ou cursos para essa finalidade para que seu trabalho seja de total eficiência e os resultados esperados sejam totalmente obtidos pelas pessoas que buscam esse meio tão benéfico ao corpo.

Nina Decavata atende em seu consultório na Av. Capitão Adolfo Castro, nº. 299. Camaquã/RS. Contato: (51) 99628-2378.

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Cuidados com a postura ao dirigir evita dores nas costas

19/02/2017 | 11h41
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Em breve comemoraremos o Carnaval e os cuidados ao volante devem ser redobrados para quem irá viajar. Acompanhe aqui algumas dicas para diminuir o desgaste físico da viagem.

Pegar a estrada requer precaução. Além de muita atenção ao volante e a todos os dispositivos de segurança do veículo e da pista, é preciso ter muita cautela com a postura, para evitar uma das principais reclamações de quem passa muito tempo na estrada: as dores nas costas.

Pessoas que ficam horas sentadas na mesma posição podem sofrer sérios danos à saúde. Entre os sintomas mais comuns estão as dores musculares na região cervical, torácica e lombar. É comum também a flexibilidade reduzida, a incapacidade de manter a coluna “reta” e a sensação de “estalo” nas costas.

Com um pouco de cuidado na hora de dirigir, muitas complicações podem ser evitadas. Detalhes como ajustar o banco da maneira correta, manter os dois braços confortáveis (semiflexionados e sempre ao volante) e as pernas a uma distância cômoda dos pedais são capazes de livrar os motoristas das dores no final da viagem. Uma inclinação muito acentuada de encosto, que impeça o condutor de apoiar toda a região lombar, por exemplo, sobrecarrega o pescoço e os ombros. É fundamental que a pessoa não force o pescoço para cima ou para baixo.

Para quem vai pegar estrada, é aconselhável que programe paradas a cada duas horas, a fim de “esticar” as pernas e braços, caminhar um pouco, e se alongar antes de seguir viagem. Outra dica é evitar sentar-se no carro com objetos nos bolsos de trás. Isso pode provocar reações no nervo ciático, causando dores lombares que irradiam para as pernas.

A Fisioterapia, a Quiropraxia, a Massoterapia e a Acupuntura são terapias alternativas que tratam as dores nas costas. O método Pilates serve como tratamento preventivo, visto que, as dores nas costas também podem estar relacionadas ao sedentarismo (falta de exercício).

Fonte: Ecosul maio/junho 2013

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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Fisioterapia na Lesão por Esforço Repetitivo (LER)

06/11/2016 | 23h23
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A Lesão por Esforço Repetitivo (LER) pode ser classificada em quatro graus: GRAU I- O paciente refere sensação de peso e desconforto no membro afetado, dor espontânea localizada nos membros superiores (braços) ou cintura escapular, às vezes com pontadas. A dor melhora com o repouso. O prognóstico (previsão de evolução) é bom. GRAU II- A dor é, em geral, mais persistente e intensa e aparece durante a jornada de trabalho de forma intermitente. Pode haver uma irradiação (formigamento e calor) definida, sendo a recuperação em geral mais demorada. Pode aparecer quadro doloroso durante atividades domésticas e ou sociais. O prognóstico é favorável.

GRAU III– A dor torna-se persistente, mais forte. O repouso em geral só atenua a intensidade da dor. É frequente a perda de força muscular e parestesias (formigamentos). Há sensível queda de produtividade, quando não impossibilidade de exercer as funções laborais. Ocorrem alterações de sensibilidade, força e edema (inchaço). Neste estágio o retorno às atividades laborais é problemático. O prognóstico é reservado.GRAU IV- A dor é forte, intensa e contínua, por vezes insuportável, levando o paciente a intenso sofrimento. A capacidade laboral é anulada e a invalidez se caracteriza. Neste estágio são comuns alterações psicológicas com quadros de depressão ansiedade e angústia.

A conduta terapêutica utilizada para o tratamento da LERpode ser conservadora ou cirúrgica, baseando-se nas formas de apresentação clínica. A conduta terapêutica conservadora baseia-se em: Repouso (imobilização e afastamento), medicação (antiinflamatórios, analgésicos, vitaminas e medicações sintomáticas) e fisioterapia. Na fisioterapia são utilizados métodos específicos de tratamento objetivando condicionar os tecidos afetados: Alongar, fortalecer, otimizar a circulação sanguínea e corrigir possíveis causas das LERlocalizadas em outras regiões do corpo como, por exemplo, as alterações posturais e até mesmo atuando no combate ao estresse. As LER, quando diagnosticadas e tratadas precocemente tem seus sintomas controlados com maior facilidade e a resolução ocorre em menor espaço de tempo. Utiliza-se dos aparelhos de eletroterapia (corrente interferencial, TENS, CDB, laser e ultra-som), além da cinesioterapia ou técnicas especificas para correção postural e trabalho global de alongamento e fortalecimento muscular. Também se recomenda o uso de órteses (talas) e bandagens (fitas) para diminuição da sobrecarga na articulação acometida.

A prevenção de LERbaseia-se na adoção de medidas relativas ao tempo de exposição (pausas e limitações de tempo de trabalho), a alterações no processo e organização do trabalho e na adequação de máquinas, mobiliários, dispositivos, equipamentos e ferramentas de trabalho às características dos trabalhadores.

Ft. Douglas Decavata atende na Clínica Max Peres Dias. Fone: (51) 3671-6843.

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QUIROPRAXIA - Seria eu velho demais para receber cuidados quiropráticos?

30/09/2016 | 22h20
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Cada vez mais pessoas estão conhecendo a Quiropraxia, especialmente as pessoas de mais idade. Devido a uma preocupação crescente sobre a medicação excessiva e os efeitos adversos que resultam da combinação de vários remédios receitados, os cuidados quiropráticos são ainda mais atraentes por serem naturais e seguros.

Ao restaurar a função espinhal adequada, há a melhora da mobilidade, vitalidade e resistência. Muitos pacientes referem melhora dos sintomas de artrite e outras doenças crônicas que muitas vezes são associadas ao processo de envelhecimento.

A Quiropraxia é um conjunto de técnicas, onde o quiropraxista saberá escolher o melhor para sua condição (idade, sintomas, por exemplo) havendo conforto e resultados máximos para você. E somente o profissional da área sabe se você pode ou não fazer Quiropraxia, visto que são poucas contra-indicações. Até mesmo pessoas com degenerações na coluna e hérnia de disco necessitam do procedimento.

Lembrando que não precisamos ter dor para começar a usufruir da Quiropraxia. Assim como não é com uma sessão apenas que aquela dor que vem incomodando há muito tempo cessará.

Ao envelhecermos e nos tornarmos mais sábios. A simplicidade e efetividade do cuidado quiroprático tornam-se mais e mais óbvias.

Procure um profissional formado na área. A Quiropraxia é um curso superior com duração de 5 anos.

Max Peres Dias, formado pela Universidade FEEVALE, pioneiro em Quiropraxia em Camaquã.

Av. Bento Gonçalves, 759 – Camaquã-RS

Telefone: (51) 3671.6843

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Fraturas do tornozelo

03/08/2016 | 13h45
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1. Como ocorrem as fraturas do tornozelo?

As fraturas que envolvem o tornozelo são muito frequentes. Acidentes de trânsito, quedas de altura e lesões esportivas são algumas das causas desse tipo de fratura, sendo o mecanismo muito similar ao da entorse, porém, com maior impacto, força e velocidade torcional. Pessoas obesas, idosos e fumantes são mais suscetíveis a fraturar o tornozelo quando acometidas por esses tipos de trauma.

2. Como funciona o tornozelo?

O tornozelo é uma estrutura que deve ser estável e ao mesmo tempo flexível para permitir que os movimentos do pé sejam precisos e tenham força suficiente para impulsionar o corpo e absorver os impactos contra o solo.

A articulação do tornozelo é formada pelos dois ossos da perna, a tíbia e a fíbula, e por um osso do pé, o tálus. Eles são presos entre si por vários ligamentos que os unem firmemente, porém permitem o amplo movimento do tornozelo.

A tíbia articula-se com o tálus superiormente e medialmente através da articulação tibiotalar e a fíbula articula-se com o tálus lateralmente através da articulação fibulotalar. Por sua vez, a tíbia e fíbula se unem através da sindesmose (articulação tibiofibular), uma articulação bastante forte e estável, presa pelos ligamentos tibiofibular anterior e posterior.

Nas suas porções mais terminais, esses ossos formam duas saliências chamadas de maléolos. A fíbula forma o maléolo lateral e a tíbia o maléolo medial. Essas saliências são como os “braços de uma pinça” que seguram o tálus e ao mesmo tempo permitem o seu movimento sob a tíbia.

O complexo ligamentar lateral é formado por três ligamentos: o talofibular anterior (LTFA), o calcâneofibular (LCF) e o talofibular posterior (LTFP). Eles impedem que o pé exceda o movimento de inversão (para dentro) e a rotação interna. O ligamento talofibular anterior é o mais frágil e o que mais é lesionado nas entorses de tornozelo.

O ligamento da porção medial é chamado de deltóide. Possui duas camadas e impede a eversão (movimento para fora) e a rotação externa do pé. Esses ligamentos estão intimamente envolvidos com as fraturas do tornozelo e sofrem lesão e rupturas durante o trauma.

Os movimentos do tornozelo são bastante complexos. Quando ocorre a flexão e a extensão, esses movimentos são acompanhados de rotação e deslizamento. Portanto, qualquer fratura que acometa as articulações e estruturas relacionadas é capaz de levar a uma limitação funcional permanente.

3. Como são avaliadas as fraturas do tornozelo?

A história do paciente e o relato do trauma são importantes para a avaliação médica inicial e podem indicar a suspeita de uma fratura. A incapacidade de apoiar o pé no chão, dor á palpação óssea do tornozelo, inchaço importante e hematomas, são sinais clínicos normalmente presentes nas fraturas do tornozelo.

É imprescindível o exame radiológico bilateral, comparativo. As três incidências básicas são: anteroposterior, perfil e mortise (obliqua com rotação interna de 15°-20°).

O raio X fornece informações importantes para o tratamento, como a localização e a extensão do(s) traço(s) da fratura, o desvio dos fragmentos ósseos e as lesões ligamentares associadas, principalmente a lesão da articulação tibiofibular (sindesmose).

4. Quais os tipos de fraturas do tornozelo?

Existem classificações médicas complexas para as fraturas do tornozelo, pois apresentam diversos tipos e com diferentes graus de gravidade.

Basicamente, elas podem envolver apenas um dos lados do tornozelo, sendo chamadas de uni-maleolares, ou acometer ambos os lados, chamadas de bi-maleolares. Isto é, pode ocorrer fratura da fíbula (maléolo lateral) ou da tíbia (maléolo medial) ou de ambos os ossos. Existe também a tri-maleolar, quando ocorre a fratura da porção posterior da tíbia juntamente com a fratura do maléolo lateral e medial.

Traumas graves podem ocasionar o deslocamento completo dos ossos do tornozelo associada á fratura, o que chamamos de fratura-luxação do tornozelo. Em alguns casos, pode ocorrer a lesão da pele e a exposição óssea, ocasionando fraturas expostas. São lesões importantes que necessitam tratamento de urgência para limpar, fixar e restabelecer a anatomia normal do tornozelo.

5. Como são tratadas as fraturas do tornozelo?

Quase todas as fraturas do tornozelo são cirúrgicas, pois são fraturas articulares que devem ser realinhadas e fixadas com precisão para manter o movimento e evitar o desgaste precoce (artrose). Fraturas que podem ser tratadas sem cirurgia são fraturas pequenas, que não atingem a articulação e/ou que não possuem desvios entre os fragmentos.

O tratamento conservador, sem cirurgia, é feito através da imobilização gessada ou bota rígida ortopédica, retirada do apoio com o uso de muletas e acompanhamento radiológico ortopédico até a completa consolidação óssea.

Quando indicado, o tratamento cirúrgico é realizado através da incisão de um ou de ambos os lados do tornozelo, redução dos fragmentos ósseos para a sua posição original e fixação com a utilização de parafusos e placas metálicas.

O tempo ideal para realizar o procedimento cirúrgico pode variar. A presença de grande edema (inchaço), presença de bolhas na pele, ferimentos ou escoriações podem atrasar em alguns dias a cirurgia até que as condições dos tecidos melhorem.

A lesão ou abertura da articulação tibiofibular (sindesmose) deve ser diagnosticada e tratada cirurgicamente. Neste caso, utiliza-se um longo parafuso ou mecanismo de contenção que mantenha a “pinça” articular fechada e estável até a completa cicatrização ligamentar.

6. Como é o pós-operatório de uma fratura do tornozelo?

A conduta após a cirurgia deve ser individualizada para cada tipo de fratura, de acordo com a saúde e qualidade óssea do paciente e o grau de estabilização da fixação adquirida durante o procedimento.

Na maioria dos casos, utiliza-se uma bota imobilizadora rígida e o apoio não é permitido por aproximadamente 45 dias. Curativos são realizados e os pontos retirados em duas semanas.

A Fisioterapia e os exercícios para recuperar a função do tornozelo são iniciados precocemente, quando já existe melhora sintomática e sinais de consolidação óssea ao raio X. Procure o auxílio do fisioterapeuta, ele indicará o melhor tratamento, respeitando as fases da lesão e proporcionando o retorno às atividades de vida diária.

FONTE: clinicaecirurgiadope.com.br

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