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Padre José Inácio Sant'Anna Messa - Religião

Oração Nossa Senhora da Imaculada Conceição Papa Bento XVI

30/11/2014 | 15h56
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Amigo(a) leitor(a),

No próximo dia 8 de dezembro a Igreja celebra Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Para os católicos é dia santo de guarda. Quatro datas (Mãe de Deus [1º de janeiro], Corpus Chisti [dois meses após a Páscoa sempre numa quinta-feira], Nossa Senhora da Conceição e Natal) são consideradas como Dia Santo de Guarda (mesmas obrigações dominicais, incluindo a participação na missa). Aqui na cidade de Camaquã temos uma igreja a ela dedicada. Anualmente organiza-se a festa. Na quinta-feira , dia 04, teremos missa crioula às 20h seguido um jantar típico; na sexta-feira missa às 20h, seguido de um galeto, sábado às 17h30min seguido de lasanha. No domingo, dia 7, missa e procissão às 10h seguido de churrasco. No domingo, dia 08, dia santo de guarda, teremos missa na igreja Imaculada às 20h seguido de carreteiro. Também teremos missa na igreja Sagrada Família, no Cristal, às 19h30min.

Coloco agora a Oração a Maria proferida pelo Papa Bento XVI no dia da Imaculada Conceição . Veja que riqueza!

«Ó Maria, Virgem Imaculada! (...) Saudamos-te e invocamos-te com as palavras do Anjo: "cheia de graça" , o nome mais bonito, com o qual o próprio Deus te chamou desde a eternidade. "Cheia de graça" és tu, Maria, repleta do amor divino desde o primeiro momento da tua existência, providencialmente predestinada para ser a Mãe do Redentor, e intimamente associada a Ele no mistério da salvação.

Na tua Imaculada Conceição resplandece a vocação dos discípulos de Cristo, chamados a tornar-se, com a sua graça, santos e imaculados no amor. Em ti brilha a dignidade de cada ser humano, que é sempre precioso aos olhos do Criador. Quem para ti dirige o olhar, ó Mãe Toda Santa, não perde a serenidade, por muito difíceis que sejam as provas da vida. Mesmo se é triste a experiência do pecado, que deturpa a dignidade dos filhos de Deus, quem a ti recorre redescobre a beleza da verdade e do amor, e reencontra o caminho que conduz à casa do Pai.

"Cheia de graça" és tu, Maria, que aceitando com o teu "sim" os projetos do Criador, nos abristes o caminho da salvação. Na tua escola, ensina-nos a pronunciar também nós o nosso "sim" à vontade do Senhor. Um "sim" que se une ao teu "sim" sem reservas e sem sombras, do qual o Pai celeste quis precisar para gerar o Homem novo, Cristo, único Salvador do mundo e da história.

Dá-nos a coragem de dizer "não" aos enganos do poder, do dinheiro, do prazer; aos lucros desonestos, à corrupção e à hipocrisia, ao egoísmo e à violência. "Não" ao Maligno, príncipe enganador deste mundo. "Sim" a Cristo, que destrói o poder do mal com a omnipotência do amor. Nós sabemos que só corações convertidos ao Amor, que é Deus, podem construir um futuro para todos.

"Cheia de graça" és tu, Maria! O teu nome é para todas as gerações penhor de esperança certa. (...) A esta fonte, à nascente do teu Coração imaculado, voltamos mais uma vez peregrinos confiantes para haurir fé e conforto, alegria e amor, segurança e paz.

Virgem "cheia de graça", mostra-te terna e solícita aos habitantes desta tua cidade, para que o autêntico espírito evangélico anime e oriente os seus comportamentos; mostra-te Mãe providente e misericordiosa do mundo inteiro, para que, no respeito da dignidade humana e no repúdio de qualquer forma de violência e de exploração, sejam lançadas as bases firmes para a civilização do amor.

Mostra-te Mãe especialmente de quantos têm mais necessidade: os indefesos, os marginalizados e os excluídos, as vítimas de uma sociedade que com muita frequência sacrifica o homem a outras finalidades e interesses. Mostra-te Mãe de todos, ó Maria, e dá-nos Cristo, a esperança do mundo!»

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Advento

24/11/2014 | 20h19
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O Ano Litúrgico começa com o Tempo do Advento; um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus. Este foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. Esse acontecimento precisa ser preparado e celebrado a cada ano. Nessas quatro semanas de preparação, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e que vem no final dos tempos.

Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim na História humana, mas o nosso encontro com Ele também está marcado para logo após a morte. Nas duas últimas semanas, lembrando a espera dos profetas e de Maria, nós nos preparamos mais especialmente para celebrar o nascimento de Jesus em Belém. Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes: nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi; seu Reino não terá fim... Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.

Para nos ajudar nesta preparação usa-se a Coroa do Advento, composta por 4 velas nos seus cantos – presas aos ramos formando um círculo. A cada domingo acende-se uma delas. As velas representam as várias etapas da salvação. Começa-se no 1º Domingo, acendendo apenas uma vela e à medida que vão passando os domingos, vamos acendendo as outras velas, até chegar o 4º Domingo, quando todas devem estar acesas. As velas acesas simbolizam nossa fé, nossa alegria. Elas são acesas em honra do Deus que vem a nós. Deus, a grande Luz, "a Luz que ilumina todo homem que vem a este mundo", está para chegar, então, nós O esperamos com luzes, porque O amamos e também queremos ser, como Ele, Luz. Em muitas comunidades canta-se: 1-Uma vela se acende no caminho a iluminar. Preparemos nossa casa: é Jesus quem vai chegar. :/No Advento a tua vinda nós queremos preparar. Vem, Senhor, que é teu Natal, vem nascer em nosso lar.:/ 2- A segunda vela acesa vem a vida clarear. Rejeitemos, pois, as trevas é Jesus quem vai chegar. 3- Na terceira vela acesa temos a esperança a crepitar. Nossa fé se reanima. É Jesus quem vai chegar. 4- Eis a luz da quarta vela: um clarão se faz brilhar. Bate forte o coração. É Jesus quem vai chegar.

A Coroa do Advento é o primeiro anúncio do Natal. Ela é da cor verde, que simboliza a esperança e a vida, enfeitada com uma fita vermelha, simbolizando o amor de Deus que nos envolve e também a manifestação do nosso amor, que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus.

O Tempo do Advento deve ser uma boa preparação para o Natal, deve ser marcado pela conversão de vida – algo fundamental para todo cristão. É um processo de vital importância no relacionamento do homem com Deus. O grande inimigo é a soberba, pois quem se julga justo e mais sábio do que Deus nunca se converterá. Quem se acha sem pecado, não é capaz de perdoar ao próximo, nem pede perdão a Deus. Deus – ensinam os Profetas – não quer a morte do pecador, mas que este se converta e viva. Jesus quer o mesmo: “Eu vim para que todos tenham a vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Por isso Ele chamou os pecadores à conversão: “Convertei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus” (Mt 4,17); “convertei-vos e crede no Evangelho” ( Mc 1,15).

Natal do Senhor, este é o tempo favorável; este é o dia da salvação!

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Festa de Cristo Rei e o Dia do Cristão Leigo na igreja e na sociedade

18/11/2014 | 17h48
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Transcrevo a seguir a mensagem da presidente do Conselho Nacional dos Leigos do Brasil (CNLB) , Marilza José Lopes Schuina, extraída do site da CNBB.

Na “Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo”, celebramos, a cada ano, o Dia Nacional dos Cristãos Leigos e Leigas. Até a década de sessenta do século passado, nesta solenidade, a Ação Católica promovia a festa dos leigos com confraternizações, encontros, celebrações e, principalmente, renovação das promessas batismais.

O Conselho Nacional do Laicato do Brasil – CNLB, em sua X Assembleia Geral, em 1991, decidiu celebrar essa data comemorativa em continuidade com que fazia a Ação Católica, na perspectiva da participação dos leigos e leigas na construção do Reino. Portanto, de 1991 para cá, a Igreja do Brasil vem celebrando esse dia com reflexão, celebrações e confraternização nos regionais, dioceses, paróquias, movimentos, associações laicais e comunidades.

Neste ano, tendo como referência o Documento Estudos da CNBB, 107 – “Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade – Sal da Terra e Luz do Mundo”, e a vivência celebrativa dos 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II, temos refletido sobre a vocação laical e o nosso papel fundamental como membros do Povo de Deus e protagonistas da evangelização e da promoção humana.

A vocação do leigo e da leiga é sal que dá sabor, é fermento que faz crescer a massa e soma “com todos os cidadãos de boa vontade, na construção da cidadania para todos”. (CNBB, 107 n. 58)

Como sujeito eclesial ativo na vida pessoal, nos trabalhos e nas lutas do dia-a-dia, com uma identidade própria e exercendo-a em toda sua grandeza, o leigo e a leiga assumem sua missão sem limites e sem fronteiras, como “Igreja em saída”, desenvolvendo sua vocação no “mundo vasto e complicado da política, da realidade social e da economia, como também o da cultura, das ciências e das artes, da vida internacional, dos meios de comunicação social e ainda, outras realidades abertas para a evangelização como sejam o amor, a família, a educação das crianças e dos adolescentes, o trabalho profissional e o sofrimento.” (EN, 70)

Como sujeitos eclesiais, participam ativamente da vida da IGREJA, sendo testemunhas fiéis de Cristo Rei, cumprindo a missão no MUNDO, como homens e mulheres construtores do REINO.

Um dos meios de participação dos leigos na vida paroquial é através da assembleia paroquial. Aqui em nossa Paróquia teremos no próximo sábado, dia 22, das 8h30min às 16h30min. Nela avaliaremos o ano e projetaremos 2015. Participe! A assembleia é aberta a todo cristão comprometido com a causa do Reino de Deus. No Domingo, teremos promovido pelo Setor Família, a gincana paroquial. Também no domingo a festa em louvor a Cristo Rei, na comunidade da Viegas. Teremos missa às 9h30min. Ao meio-dia teremos um delicioso churrasco servido apenas para aqueles que irão almoçar no salão de festas da comunidade. A programação contempla um tríduo com missas às 20h dias 20, 21 e 22.

Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Que o Deus Trindade abençoe e proteja todos os leigos e leigas comprometidos que temos em nossas comunidades.

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História da Paróquia e da Igreja São João Batista

12/11/2014 | 08h25
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Tive a oportunidade em 2010 de visitar as ruínas de São Miguel, em Santo Ângelo. Lá me dei por conta que um dos 7 povos é dedicado a São João Batista. Uma placa diz “Considerado excessivo o número de habitantes da redução de São Miguel os jesuítas decidiram desmembrá-la fundando então, em 1697, o Povo de São João Batista com 2832 habitantes. O trabalho de construção foi orientado pelo Pe. Antonio Sepp. Já aí se expressa a devoção a São João Batista.

Também é bom ter presente que a história dos padroeiros das Paróquias criadas nos séculos 18 ,19 e início do 20 tem algo em comum. Quem doava as terras, normalmente doava com a condição de que o(a) padroeiro ele escolhesse. Em nosso caso não foi diferente: Em 1815, durante a visita pastoral na cidade de Pelotas do bispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, Dom José Caetano da Silva Coutinho, que era o responsável pelo atendimento religioso a todo o estado do RS, foram ao seu encontro o pai de Bento Gonçalves, Joaquim Gonçalves da Silva, devoto de São João Batista, e seu genro, Boaventura José Centeno, para pedir autorização para a construção de uma capela. Dom José concedeu a autorização.

Ela começou a ser construída num terreno doado por Joaquim Gonçalves da Silva. A provisão eclesiástica tem data do dia 09 de dezembro de 1815. Foi iniciada a construção no local, hoje conhecido por Capela Velha, logo após o 1º cemitério da RS 350, Km 11,2 dentro do município de Camaquã, A obra foi abandonada por causa da falta de água na região.

Em 1815 é firmada a Provisão Eclesiástica de Dom José Caetano da Silva Coutinho onde é criada a Capela Curada de São João batista de Camaquã com os seguintes limites: pelo norte, com o Arroio Velhaco; pelo sul, com o Rio Camaquã; pelo leste, com a Lagoa dos Patos; e pelo oeste com o Arroio Sutil e a Serra do Herval.

Mais tarde, a senhora Ana Gonçalves Meireles fez a doação de um terreno à margem esquerda do Arroio Duro a Irmandade São João Batista. No entanto, até o erguimento da nova igreja os atos religiosos eram celebrados na capelinha da Irmandade do Espírito Santo, também chamada Capela do Império, situada na esquina das ruas General Zeca Netto e Tiradentes, cujo prédio ainda existe. Também serviram de local a Intendência (hoje Câmara de Vereadores) e no prédio conhecido como Cine Coliseu.

Até a criação da Paróquia os moradores da região eram atendidos pela Freguesia de Nossa Senhora das Dores de Camaquã (hoje Sentinela do Sul).

Em 14 de novembro de 1854, o Presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, Dr. João Lins Vieira, sancionou através de lei número 294, a elevação da Capela de São João à categoria de Freguesia, com o nome de São João Batista de Camaquã. Tal ato foi decorrente do pedido para que aqui houvesse um sacerdote. Neste tempo a população do distrito de Camaquã era estimada em 1.400 habitantes. O primeiro pároco foi o Padre Hildebrando de Freitas pedroso que faleceu em 26 de julho de 1881. Ele residiu onde hoje é o prédio do Cine Coliseu.

Em 1913 o pároco Pe. Augusto Pomp recebeu do bispo a aprovação da “planta da nova matriz da freguesia de São João Batista de Camaquã”, sendo iniciada no ano seguinte. Por ocasião da posse do Cônego Walter em 1928, sabe-se a igreja não possuía portas, o que permitia a entrada de animais que vinham passar a noite e que as paredes estavam na altura das janelas. Ele lançou a campanha dos legionários na reconstrução do templo: levantou a torre, adquiriu sinos, vitrôs, estátuas, altares, bancos, portas e janelas, além da casa paroquial.

Nos sinos da igreja temos gravado a data de 26 de maio de 1932. Isto significa que a obra da igreja foi concluída nesta data ou um pouco depois, mesmo já estivesse sendo usada para as celebrações. A igreja foi aumentada, como se encontra hoje, na época do Pe. Jacob Hilgert (hoje bispo emérito de Cruz Alta). A reforma e ampliação foram inauguradas dia 10 de março de 1968.

De 1854 até 2014 passaram por Camaquã 20 párocos e muitos vigários paroquiais. Atualmente a jurisdição abrange os municípios de Camaquã, Cristal e Chuvisca, sendo a maior Paróquia da Arquidiocese de Porto Alegre e, talvez, do Estado.

Na próxima sexta-feira, dia 14, a Paróquia estará completando 160 anos. Para celebrar a data teremos uma missa às 19h30min e após um delicioso churrasco. Se você ainda não adquiriu seu ingresso faça na secretaria paroquial ou do Santíssimo. Venha celebrar conosco.

Ainda dentro dos festejos, teremos Crismas do dia 13 a 15 de novembro e, na próxima segunda-feira, dia 17, daremos início as obras de restauro da igreja. Quando não der para celebrar as missas na igreja São João Batista, as missas serão no salão paroquial. Também está em fase construção a casa paroquial na Chuvisca que sediará uma nova Paróquia da qual farão parte 14 das 60 comunidades de nossa Paróquia.

Cada membro da Igreja é convidado a continuar a história procurando sempre ser fiel ao chamado de Deus.

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Morte: fim ou início?

28/10/2014 | 23h38
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“A morte faz parte da vida.” É uma frase contraditória, porém verdadeira. A vida, seja ela vegetal, animal ou humana, tem seu início, desenvolvimento, e também final. O ser humano é o que mais sofre com a experiência da morte, porque tem a plena consciência do que significa morrer; o ser humano “vive” a morte: vê a morte dos seus amigos, familiares, conhecidos, sofre, se entristece e percebe que também um dia passará por isso.

A morte nos inquieta, nos angustia. Fomos criados para a vida. A morte nos coloca uma interrogação: é o fim de tudo? Há algo depois? Se sim, o que há ? A morte nos coloca diante do mistério, do incerto, da dúvida. Nós conhecemos bem a vida terrena, conhecemos o chão que pisamos. Contudo, do outro lado, não sabemos. A incerteza e a segurança, e até a falta de conhecimento da doutrina cristã sobre a vida após a morte talvez sejam os fatores determinantes que levam as pessoas a procurarem em outros lugares a resposta para suas dúvidas. Contudo, a doutrina católica sobre a vida pós-morte é muito profunda e muito bela, e conhecendo-a bem, não há porque aderirmos a outra forma de compreensão do mistério da morte.

Terminada nossa vida terrena, nós nos encontramos com Aquele que buscamos durante toda a nossa vida: Jesus Cristo. Esse encontro recebe o nome de Juízo Particular. Nossa vida será colocada em relação à vida de Cristo, que medirá o amor que há em nós, o amor que demonstramos a Ele e aos irmãos durante nossa vida. São João da Cruz dizia que “no alvorecer da vida, seremos julgados pelo amor.” O próprio Jesus nos revelou isso (Mt 25, 31-46). A partir do Juízo Particular, receberemos a retribuição desse amor vivido; longe de afirmar que o Céu é uma meritocracia, é apenas a consequencia lógica do amor: quem não ama, quem não vive o amor, não pode viver junto daquele que é o Amor Absoluto.

Aqueles que viveram o amor radicalmente, até às últimas consequências, vivem para sempre com Cristo, em comunhão com a Santíssima Trindade. É o que chamamos Céu. O Céu não é um lugar, mas o estado daqueles que estão contemplando a Deus, plenos de felicidade e amor. Não há felicidade maior que a visão de Deus. É o que todos nós devemos desejar: o Céu!

As pessoas que morrem na graça e amizade de Deus, mas não totalmente purificados, passam pelo purgatório, a fim de conseguirem a santidade necessária para entrar no Céu. O Purgatório é purificação final dos eleitos, também chamado “antessala do Céu”. Do Purgatório as almas vão para o Céu. Não há possibilidade de, uma vez no Purgatório, se descer para o Inferno. Contudo, não devemos nos contentar com o Purgatório. Devemos desejar o Céu, nada menos que o Céu.

Não há porque termos medo da morte, muito menos do encontro com Jesus Cristo. Ele nos ama, vai nos julgar com amor, e vai medir nosso amor. Então, cientes disso, nos preparemos para esse encontro, amando a Deus e amando ao próximo, que são os mandamentos deixados por Jesus, que resume todos os Dez Mandamentos. Amemos, pois, “no alvorecer da vida seremos julgados pelo amor.”

Obs.: Texto preparado pelo Pe. Fabiano Glaeser dos Santos para o Curso de Aprofundamento da Fé promovido anualmente pela Paróquia de abril a novembro.

Na cidade de Camaquã teremos dia 1º a oração do terço nos Cemitérios São João Batista, São José e Bom Pastor às 10h e 16h e dia 02, domingo, às 10h no Bom Pastor e 16h no São José e São João Batista. No dia 02 teremos missas com bênção nos túmulos no São José e São João Batista às 10h e às 16h no Bom Pastor.

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