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Padre José Inácio Sant'Anna Messa - Religião

Versos do padre Olívio Dembogurski

14/09/2014 | 20h52
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Nesta Semana Farroupilha certamente todos nós estamos tomando chimarrão mais que o nosso normal. Quero usar nesta coluna uns versos do Padre Olívio Dembogurski

Sua primeira letra “C”

Lembra Cristo Bom Pastor

Campeiro da estância eterna,

Que, para o bem de todo o rebanho,

Conduz à casa Paterna.

 

A SEGUNDA e a primeira letra

São quase de igual valor, pois H

Representa Homem, que é filho do Criador,

Imagem e semelhança divina,

Reflexo do seu amor!

 

A letra I, sendo a TERCEIRA,

Nos convida à reflexão,

Pois, se somos filhos do mesmo Pai,

Devemos viver como irmãos.

 

Chegamos à quarta letra M

E paramos para pensar

Na terceira Bem-Aventurança

Que o Senhor quis ensinar:

“Felizes os mansos de coração

porque a terra herdarão”.

 

Amor na QUINTA letra A

Que nós vamos encontrar

É o maior dos mandamentos,

Que devemos praticar.

Pois é amando uns aos outros

Que a Deus iremos chegar!

 

Duas vezes a letra R de riqueza

e reconciliação apareceu.

Para dizer a todos nós

Que a maior riqueza do ser humano

É reconciliar-se com Deus.

 

Mais uma vez a letra A

Era necessário conter,

Para mostrar que um amigo.

Não devemos esquecer e

Para sentir dentro do peito

A paz, com o amanhecer!

 

No final de cada dia

A letra O é oração

Reúna sua família

E a Deus peça perdão

E, pelas graças recebidas,

Cante a Ele uma canção!

 

Ainda queremos lembrar

Que nove letras em três sílabas são

Que formam na Teologia,

O número da perfeição

Dizendo que Deus é santo,

Na história da criação.

 

Muita prosa, muito verso,

Umas sacras, outras não,

Mas todas com a mesma intenção:

Fazer memória dos amigos

E cultivar a tradição,

Pra cantar do nosso jeito,

O bendito chimarrão.

Notícias: No próximo domingo teremos ao meio-dia, no salão paroquial São João Batista um delicioso almoço com galeto, arroz, feijão, polenta com molho e saladas. Ingressos na secretaria paroquial. Às 16h teremos no salão Cristo Rei, na Viégas, um chá com salgados organizado pela Legião de Maria.

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A Bíblia e o celular

10/09/2014 | 08h26
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No dia 30 de setembro, a Igreja recorda São Jerônimo que foi o monge que no século V traduziu a bíblia do hebraico, grego e aramaico para o latim (a tradução ficou conhecida como vulgata). Por isso a Igreja Católica dá durante o mês de setembro um enfoque maior a Sagrada Escritura. Há um texto do final do milênio passado que nos faz refletir, intitulado a Bíblia e o celular.

Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular? E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?

E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?

E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no escritório...?

E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?

E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?

E se a déssemos de presente às crianças?

E se a usássemos quando viajamos?

E se lançássemos mão dela em caso de emergência?

Mais uma coisa:

Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela 'pega' em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não tem fim.

E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida.

'Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto'! (Is 55:6)

JESUS...

O maior Homem na história, JESUS CRISTO, não teve nenhum empregado, no
entanto chamaram-no Soberano.

Não teve nenhum diploma, no entanto chamaram-no professor.

Não tinha nenhum medicamento, no entanto chamaram-no de Doutor.

Não teve nenhum exército, no entanto os reis temeram-no.

Não ganhou nenhuma batalha militar, no entanto conquistou o mundo.

Não cometeu nenhum crime, no entanto o crucificaram.

Não cometeu nenhum pecado, no entanto morreu pelos pecadores.

Foi enterrado num túmulo, no entanto vive hoje.

Mudando de assunto. O mês de Setembro além de nos motivar para a oração com a Bíblia nos motiva para o civismo, para os valores familiares (semana farroupilha), para uma vida nova motivada pela estação da primavera. Sábado, dia 13, o movimento Onda estará promovendo a noite da lasanha no salão paroquial. Ingressos na secretaria paroquial. Durante a Semana Farroupilha teremos quatro missas crioula: na segunda-feira, dia 15, no CTG do Cristal; na terça-feira, dia 16, às 19h30min, no CTG Camaquã; dia 19 (sexta-feira), às 9h45min na Escola da Querência e, à noite, na Chuvisca.

 

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Semana da Pátria

01/09/2014 | 22h05
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Estamos na Semana da Pátria. Para os cristãos, o amor à pátria está incluso no mandamento da Lei de Deus, que manda “honrar pai e mãe”. O Catecismo da Igreja Católica diz: “O quarto mandamento dirige-se expressamente aos filhos em suas relações com seu pai e sua mãe”, mas “se estende também aos deveres dos cidadãos para com a sua pátria, os que a administram ou a governam” (nº. 2199). Por isso, no entender da Igreja, “é dever dos cidadãos colaborar com os poderes civis para o bem da sociedade num espírito de verdade, de justiça, de solidariedade e de liberdade. O amor e o serviço da pátria fazem parte do dever de reconhecimento e da ordem de caridade” (nº. 2239). Sempre devemos ter como pano de fundo o bem comum.

Uma das missões da Igreja é o “diálogo e a presença da Igreja na sociedade”. Entende-se, com isso, de acordo com a Constituição Pastoral Gaudium et Spes do Concílio Ecumênico Vaticano II, que “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje (...) são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo. Não se encontra nada verdadeiramente humano que não lhes ressoe no coração” (GS n° 1). Por isso, mesmo sabendo que não cabe à Igreja definir os rumos da política do país, a Igreja “incentiva os leigos e leigas à participação ativa e efetiva nos diversos setores diretamente voltados para a construção de um mundo mais justo, fraterno e solidário” (DGAE n° 71).

O serviço à pátria se traduz na luta por melhores condições de vida para os cidadãos. Entre os indicativos concretos, as Diretrizes da Igreja no Brasil falam da necessidade de “educar para a preservação da natureza e o cuidado com a ecologia humana, através de atitudes que respeitem a biodiversidade e de ações que zelem pelo meio ambiente. Entre essas ações, destaca-se a preservação da água, patrimônio da humanidade, evitando sua privatização” (114). Junto com isso, “cabe nos empenharmos na busca de políticas públicas que ofereçam as condições necessárias ao bem-estar de pessoas, famílias e povos” (116).

Por ocasião da Semana da Pátria que estamos vivenciando, convido as irmãs e os irmãos a que aprofundem a vivência do amor à mãe Pátria. Sempre lembrando que quem ama a Cristo, ama a Pátria Mesmo sabendo que “não temos aqui morada definitiva”, vamos nos empenhar para que o Brasil seja uma terra de irmãos. Vamos cumprir nossos deveres de cidadãos e nos empenhar para que a justiça e a paz possam reinar nas terras consagradas a Nossa Senhora Aparecida. Que Deus abençoe a nossa Pátria!

Com este espírito a Paróquia participará do desfile cívico dentro da celebração dos 160 anos. Convido todos os paroquianos que quiserem participar a estar no salão paroquial, às 13h, do próximo domingo, dia 7.

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Proposições Comunidade de comunidades

25/08/2014 | 08h42
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Domingo na comunidade São José, Chuvisca, conforme coluna passada, realizamos a segunda assembleia preparando a nova Paróquia. Um dos assuntos foi a escolha do padroeiro. Por maioria absoluta dos votos das comunidades foi escolhido São João Paulo II. O desmembramento da atual Paróquia São João Batista (14 comunidades pertencerão a futura Paróquia) vai ao encontros das proposições dos bispos do Brasil reunidos em Aparecida, São Paulo, em Abril.

No sábado próximo teremos a assembleia de nosso Vicariato, no qual confrontaremos as 13 proposições feitas no documento com as 5 urgências e prioridades que possuímos.

Os bispos do Brasil pelo documento número 100 nos alertam: É preciso recuperar o primado de Deus e o lugar do Espírito Santo em nossa ação evangelizadora, pois “nunca será possível haver evangelização sem a ação do Espírito Santo”.

A primeira proposição fala nas comunidades da comunidade paroquial. A segunda em acolhida e vida fraterna. A terceira na Iniciação à vida cristã. A quarta em Leitura Orante da Palavra. A quinta Liturgia e espiritualidade. A sexta em Caridade. A sétima em Conselhos, organização paroquial e manutenção. A oitava em abertura ecumênica e diálogo. A nova em nova formação. A décima em ministérios leigos. A undécima em cuidado vocacional. A duodécima em comunicação na pastoral. A décima terceira em sair em missão.

Para que a paróquia se converta em comunidade de comunidades, será preciso manter algumas características fundamentais: a) formar pequenas comunidades a partir do anúncio querigmático, unidas pela fé, esperança e caridade; b) meditar a Palavra de Deus pela Leitura Orante; c) celebrar a Eucaristia, unindo as comunidades da Paróquia; d) organizar retiros; e) estabelecer o Conselho de Pastoral Paroquial e o Conselho de Assuntos Econômicos, garantindo a comunhão e participação; f) valorizar o laicato e incentivar a formação para os ministérios leigos; g) acolher a todos, especialmente os afastados, atraindo para a vida em comunidade, expressão da missão; h) viver a caridade e fazer a opção preferencial pelos pobres; i) estimular que a igreja matriz e as demais igrejas da paróquia tornem-se centros de irradiação e animação da fé e da espiritualidade; j) maior atenção aos condomínios e conjuntos de residências populares; k) garantir a comunhão com a totalidade da diocese; l) utilizar os recursos da mídia e as novas formas de comunicação e relacionamento; m) ser uma Igreja “em saída missionária”.

As Paróquias tiveram que responder o seguinte questionário. 1. Quais são os pontos deste texto que provocam a reflexão sobre a nossa comunidade paroquial? 2. Das 13 proposições qual delas poderá servir como ponto de apoio para unir a evangelização na Arquidiocese?3. Como se caracteriza a situação da maioria das paróquias? Quais os novos contextos que desafiam a missão? 4. Que aspectos

históricos e culturais devem ser considerados para entender essa realidade paroquial? 5. Quais as

proposições que podemos assumir no Vicariato em vista da Comunidade de Comunidades: uma nova paróquia, tendo presente o objetivo geral, as 5 Urgências e 5 Prioridades do Vicariato?

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Ministérios leigos

17/08/2014 | 22h09
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Durante o mês de agosto a Igreja reflete o chamado que Deus faz a cada um. No próximo final de semana refletiremos sobre a Vocação à vida laical.

O documento de Aparecida, fruto da reunião de representantes dos países da América Latina e das Ilhas do Caribe com o papa Bento XVI, em Aparecida, São Paulo, em maio de 2007 nos fala destina um artigo sobre “Os fiéis leigos e leigas, discípulos missionários de Jesus, luz do mundo”.(209-215)

Os fiéis leigos são os cristãos que estão incorporados a Cristo pelo batismo, que formam o povo de Deus e participam das funções de Cristo: sacerdote, profeta e rei. Realizam, segundo sua condição, a missão de todo o povo cristão na Igreja e no mundo. São homens e mulheres da Igreja no coração do mundo e homens e mulheres do mundo no coração da Igreja.

Sua missão própria e específica se realiza no mundo, de tal modo que, com seu testemunho e sua atividade, contribuem para a transformação das realidades e para a criação de estruturas justas segundo os critérios do Evangelho. O espaço próprio de sua atividade evangelizadora é o mundo vasto e complexo da política, da realidade social e da economia, como também da cultura, das ciências e das artes, da vida internacional, dos meios de comunicação e outras realidades abertas à evangelização como o amor, a família, a educação das crianças e adolescentes, o trabalho profissional e o sofrimento. Além disso, eles têm o dever de fazer crível a fé que professam, mostrando autenticidade e coerência em sua conduta.

Os leigos também são chamados a participar na ação pastoral da Igreja, primeiro como testemunho de vida e, em segundo lugar, com ações no campo da evangelização, da vida litúrgica e outras formas de apostolado. Aos catequistas (batismo, comunhão, crisma,), ministros extraordinários da Sagrada Comunhão, ministros da Esperança, animadores de grupos de famílias, agentes das pastorais sociais (geração de renda, acolchoados, roupas, enxoval de nenê, farmácia popular, padaria comunitária, atendimento a idosos, saúde, carcerária, idosos, atendimento psicológico), agentes da pastoral do dízimo, animadores de capelinhas de Nossa Senhora, membros da Equipe Vocacional, coordenações do setor juventude, coordenações de movimentos (Apostolado da Oração, CLJ, ECC, Legião de Maria, MCJ, Oficina de Oração, Onda, Ordem Terceira, RCC), setor familia, encontros de preparação para o matrimônio, coordenações de comunidades, membros das equipes de celebração (muralistas, leitores, comentaristas, animadores de canto, pessoas que limpam e ornamentam os locais de celebração) , equipe de comunicação, educadores, visitadores, que cumprem sua magnífica tarefa dentro da Igreja, os reconhecemos e animamos a continuarem o compromisso que adquiriram no batismo e na confirmação.

Evidentemente, para cumprirem sua missão com responsabilidade e conhecimento, necessitam de sólida formação doutrinal, pastoral, espiritual e adequado acompanhamento para darem testemunho de Cristo e dos valores do Reino no âmbito da vida social, econômica, política e cultural.

Dom Dades Grings, na coluna do folheto litúrgico Dia do Senhor nos diz: “ Antes do Concílio Vaticano II (1962-1965) sentia-se dificuldade em definir o leigo. Apresentava-se, de modo negativo como quem não é clérigo, não estando sujeito às leis que regem o estado clerical. O Concílio aprofunda sua posição na Igreja: Ele é cristão, o que significa secular. É o campo da atuação dos leigos nos quatro setores da atividade humana: primário, secundário, terciário e quaternário. Cabe-lhe, em outras palavras, construir o mundo e a sociedade de acordo com os critérios do Evangelho”

Que o Deus da vida abençoe e proteja as centenas de leigos que entenderam a missão batismal e continuam a dizer: Na Igreja há sempre vagas para mais pessoas se engajarem nas diversas pastorais. Assim seja!

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