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Automutilação ou cutting

24/10/2016 | 11h28 | Fonte: Jaqueline da Maia / Foto Divulgação
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 A automutilação é um assunto dolorido e de difícil abordagem, tanto com aquele que comete como a família que observa quase que paralisada tal ação. Para a maior parte das pessoas é algo muito difícil de entender. Automutilação ou cutting começou a ser observada e estuda em 1969, por Loovas e Simmons, que observaram que uma criança autista se machucava com mais frequência após receber atenção de seus cuidadores, defenderam a tese de que o “comportamento de se machucar (ou automutilar) era mantido pelas coisas que as pessoas faziam para ele após ele emitir este comportamento”.

Em 1977, analistas de comportamento começaram a pensar que o problema comportamental na automutilação era um problema de comunicação, relacionado a necessidade de mais atenção ou uma fuga de atividades desagradáveis, ou também relacionado a consequências sensórias , como se o comportamento de causar em si dor atenuasse uma dor interna muito maior. Sabe-se que automutilação em pessoas diferentes possuem causas diferentes.

No processo de tratamento é importante: identificar a causa funcional da automutilação e desenvolver com os pacientes técnicas de treinamento para a comunicação (o paciente ao aprender outras formas de expressar, de comunicar os seus sentimentos, faz com que as parem ou diminuam este comportamento).

O mais importante a ser observado: qual motivo e porque a pessoa tem este comportamento? É papel do psicólogo, entender as causas reais do problema, bem como auxiliar o entendimento por parte do paciente para que o mesmo compreenda que é possível conseguir atenção, sensações corporais de alívio, fugir de coisas aversivas ou desagradáveis sem ter que partir para a automutilação, além de orientar a família com o manejo do paciente.

Jaqueline da Maia

Psicóloga

07/19163

Fones: 51-9889-0134 (Vivo) / 51-8655-1516 (Oi)

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