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Jaqueline da Maia - Psicóloga

Transtorno de Pânico

21/06/2016 | 01h15
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Sabemos que o medo é um sentimento que nos acompanha desde o nascimento, mesmo que se leve um tempo para se adquirir a compreensão dele e reconhecê-lo como tal. Atualmente vivemos numa sociedade onde esse sentimento de ansiedade cresce de maneira incontrolável, com ele mais doenças que até então acometiam pessoas que eram expostas a situações de estresse como: acidentes trágicos, assaltos, sequestros, se tornam cada vez mais comuns no nosso dia a dia. Como a mídia nos informa diariamente, viver por si só já é uma tarefa que requer coragem extra e audácia. Não temos segurança em lugar algum e vivemos no limiar de crises: sociais, políticas, econômicas e humanas.

O TRANSTORNO DE PÂNICO surge como muita intensidade neste contexto social contemporâneo. Embora geralmente os ataques durem apenas alguns minutos, eles fazem com que o individuo encontre-se num momento de elevado estresse. O TRASTORNO DE PÂNICO produz sensações fisiológicas como: sufocação, tonturas, tremores, taquicardia, sudorese e até uma sensação de morte iminente. Logo o individuo percebe-se em uma situação de total ansiedade. Acompanham em alguns casos também sentimentos de estar num lugar ou situação da qual seria difícil escapar ou muito desagradável.

Os episódios de TRANSTORNOS DE PÂNICO são tão intensos que o individuo começa a preocupar-se como o próximo ataque, e terminam por criar rituais, alteram trajetos e seu modo de vida na tentativa de poderem contornar ou até fugir no caso se sentirem ansiosos em algum lugar que lhes parece perigoso. Os ataques podem ocorrer de forma “inesperada”.

Uma terapia Psicoterápica alcança ótimos resultados, e em alguns casos é necessário acompanhamento psiquiátrico, o importante é ser diagnosticado com rapidez e recebendo intervenção adequada, o individuo poderá retornar a sua vida normal e fortalecido em suas dificuldades.

Jaqueline da Maia

Psicóloga – CRP 07/19163

Fones: 51-98890134/51-86551516

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Para refletir: início de ano letivo

23/02/2016 | 10h59
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O ano letivo está iniciando, e quero desejar aos meus amigos professores muita força e determinação, regado com amor, paciência e tolerância. Sabemos toda a verdadeira importância de vocês em nossas vidas, e não é possível mensurar o desastre social que seria se vocês não existissem. Nosso país tem muito a aprender e nossos governantes mais ainda, mas não falo no grande, quero continuar pensando no pequeno, em mim e em você, no indivíduo da sociedade micro, que vive aqui em Camaquã, que mora no Bairro Viégas, Carvalho Bastos, Cohab ou no Centro, se eu ou você não tomar partido e pensar sobre tudo o que vemos e ouvimos o tempo todo: corrupção, roubo, descaso, desumanidade com que somos TODOS tratados, não existirá mudança.

O povo tem o poder nas mãos, mas quando o governo que foi eleito para executar os desejos desse povo se torna maior que nós e nos apresenta tamanho desmando, falta de ética e moral, me surge a preocupante afirmativa, que é tão banal: “todo o povo tem o governo que merece”. Discordo e constato que eu tenho o direito e quero muito mais que isso, meus filhos e família também, meus amigos e os filhos de meus amigos, os idosos, os enfermos, as pessoas que esperam uma oportunidade, os desempregados...todos. TODOS NÓS MERECEMOS MAIS QUE ESSA SUJEIRA QUE OS GOVERNANTES ELEITOS POR NÓS, O POVO, TRANSFORMARAM O NOSSO AMADO E IDOLATRADO BRASIL, MAS ESSE MOVIMENTO COMEÇA PELO INDIVÍDUO, SEU POSICIONAMENTO, SEU COMPORTAMENTO SOCIAL, ÉTICA, MORAL, E SOBRE O QUE NÓS PENSAMOS QUE MERECEMOS, COMEÇA EM NOSSAS CASAS, NOSSO BAIRRO, NOSSA CIDADE, COM QUEM ESTÁ MAIS PRÓXIMO DE NÓS.

Lembro-me de um tempo na Escola Francisco Luiz e no Educandário dos Irmãos Maristas, em que formávamos filas diariamente e cantávamos o hino, era chato, mas hoje tenho noção do que significou isso na minha formação humana- social- ética e moral (nosso patriotismo não deve ser exercitado só em tempos de copa do mundo, sendo que a nossa copa nos saiu muito cara, levaremos décadas para nos recuperarmos de tantas coisas que foram desviadas enquanto torcíamos), hoje entendo o significado destes gestos e ações e isso justifica a admiração que perdurará para todo sempre pelos meus professores. Que o povo aguce a memória e lembre que um grande país se faz com cada um, se nós não mudarmos e tomarmos nosso lugar ao sol, não mereceremos nem um filete de luz.

Que os professores possam ser recompensados com nosso apreço e admiração, nosso carinho e amor, que nas próximas eleições a gente lembre antes e apertar os botões na urna eletrônica que só sabemos ler porque um professor nos ensinou e que de uma vez por todas saibamos dirigir nossos votos às pessoas que querem realmente olhar por esse POVO BRASILEIRO que não desiste nunca.

Jaqueline da Maia

Psicóloga CRP 07/19.163

Cel - (51) 9889-0134

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Quanto vale um sonho?

16/11/2015 | 17h03
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Quanto vale um sonho? Num dia em que mundo faz um minuto de silêncio pela França, concluo que nunca mais haveremos de dizer uma palavra, que o mundo cairá no mutismo, pois não faltarão motivos para se fazer silêncio.

Claro que a tragédia que aconteceu em pleno coração francês abalou, afinal todos temos sentimentos, uns mais outros menos. Mas me é impossível ficar calada quando as mortes não precisam atravessar oceanos e muito menos trópicos ou a linha do Equador. Falo do que ocorre aqui, neste reino de Camaquã.

Neste final de semana, os sonhos de um garoto acabaram, em nossa cidade e os do atirador também, afinal todos os envolvidos são humanos e carregam em si sentimentos. Com essa morte os sonhos dos pais, irmãos, filhos, avós, tios, dindos e amigos também foram destruídos.

O que mais me assusta é como manteremos os nossos sonhos e como faremos para convencer as nossas crianças e jovens que o mundo vale a pena?

Continuo vendo gente dormindo nas praças, crianças se prostituindo ou sendo usados para o tráfico, abusos de todas as formas. A pobreza de espírito se disseminando, e a mídia inundando nossas casas com escândalos de roubos ultramilionários e tornando fútil e fora de moda sentimentos nobres como : justiça e honestidade.

É difícil ficar imune à calamidade que assola a França, mas mais difícil é ver o que ocorre em Minas Gerais, às pessoas que morreram lá, não estavam do outro lado do planeta, estavam aqui, neste país, mas ligar a TV e ver os apresentadores fazendo um minuto de silêncio pela França, penso nas nossas perdas e no nosso país.

Assistir ao Fantástico ver que foram superfaturados máquinas para escolas que nunca foram e talvez nunca sejam utilizadas. Que o Enem esse ano registrou um declínio nas inscrições e ouvir as pessoas dizendo que se passassem não teriam condições de se manter nos cursos. Isso sim assombra. E o desemprego aumenta, falta dinheiro para pagar o funcionalismo, as pessoas morrem nas filas em hospitais, e faltam medicações nas farmácias públicas.

Vamos fazer um voto de silêncio pelo povo brasileiro que assiste embasbacado uma série de barbaridades com a nossa sociedade e economia e mesmo assim continua totalmente paralisado. VAMOS FAZER UM VOTO DDE SILÊNCIO POR NÓS!

Jaqueline da Maia/Psicóloga/CRP 07/19163/ CEL: 51-98890134

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ÁLCOOL: uso e seus efeitos

22/10/2015 | 14h41
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O efeito das drogas é extenso e atinge não só o usuário como todos os envolvidos com ele direta ou indiretamente. Atualmente estudos se aprofundam cada vez mais para saber como se desenvolve a dependência, quais as áreas do cérebro envolvidas no seu desenvolvimento, os transtornos que pré-dispõe um individuo a adotar comportamentos que o levarão ao consumo, quais os fatores que auxiliam ou dificultam o tratamento que é único e individual.

Já se sabe que cada substância promove sensações especificas, e dentro desse panorama o ÁLCOOL, se enquadra no grupo das DROGAS DEPRESSORAS. Mesmo ainda sendo vendido indiscriminadamente e socialmente aceito, o álcool produz afeitos que são estudados e observados há um bom tempo.

A maior dificuldade encontrada ainda é o alcoolista admitir que é um dependente e procurar ajuda, muito mais difícil ainda é a família do alcoolista se dar conta que faz parte da doença, e que de fato todos terão que procurar auxilio especializado para que o tratamento seja positivo e eficaz.

O álcool é uma substância que induz a tolerância, ou seja, uma necessidade de quantidades progressivas maiores da substancia para produzir o mesmo efeito desejado ou intoxicação e a síndrome de abstinência, que são sintomas desagradáveis que ocorrem com a redução ou com a interrupção do consumo da substância. A dependência é aquele estágio onde existe a necessidade de uso continuo ou diário.

São sintomas associados à Síndrome de Dependência do Álcool:

- Estreitamento do repertório de beber (situações em que o individuo não precise de um motivo claro para beber, nem de companhia);

- Saliência do comportamento de busca pelo álcool (o individuo começa há organizar seu dia a dia em função da bebida, como vai obtê-la, onde consumi-la e como vai recuperar-se , deixando as demais atividades em segundo plano);

- Sensação subjetiva da necessidade de beber (o individuo perde o controle, e não consegue mais controlar o desejo de beber);

-Desenvolvimento da tolerância do álcool (quantidades cada vez maiores de álcool para obter o mesmo efeito);

- Sintomas repetidos de abstinência ( sintomas desagradáveis ao diminuir ou interromper a dose de álcool habitual);

- Alivio dos sintomas de abstinência ao aumentar o consumo (o individuo não admite, mas somente não tem sintomas de abstinência porque continua ou até aumenta as doses do álcool);

- Reinstalação da síndrome de dependência ( após um período de não uso o padrão antigo de consumo pode rapidamente se restabelecer).

Amparados nessas informações o adequado é observar melhor os comportamentos, pois é possível detectar o grau de comprometimento de um usuário e talvez ajudá-lo na sua recuperação.

Existem muitas maneiras de tratamento do uso compulsivo do Álcool e outras drogas, mas o mais importante ainda é reconhecer que o uso abusivo é uma doença que tem tratamento e que pode ser iniciado a qualquer momento, basta apenas a decisão de que se precisa de ajuda.

Jaqueline da Maia

Psicóloga Clinica

Responsável Técnica pelo Centro de Recuperação El Shadai - Camaquã/RS

Fone: (51)9889 0134 (Vivo)

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Professor também sente....

29/08/2015 | 11h20
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Ser professor exige muito mais que qualificação, é necessário antes

de tudo vocação, amor, coragem e compromisso. No nosso país exige

MALABARISMOS, afinal todos precisaram desse profissional, e em nossas

lembrança, boa parte delas dividimos com os mestres que já passaram

em nossas vidas e os que irão passar.

Tenho amigos muito estimados que optaram por essa profissão e aprendi muito com eles, que com certeza irão me ensinar mais um bocado de coisas, como sou terapeuta também termino por ouvir o lamento que essa classe há muito vêm buscando por um olhar, por um entendimento e por um esforço tanto do governo quanto da sociedade em si, da qual eu também faço parte. Transcrevo o desabafo de uma grande profissional e amiga, um texto que traduz uma faceta da atual situação educacional do nosso tão amado BRASIL, e que acontece aqui neste Reino de Camaquã.

Por : Tatiana Martins Rodrigues, professora e alfabetizadora desde 1988.

“Bem... aqui estou eu pela primeira vez- sim, todos nós temos uma primeira vez- hoje estou seguindo o “conselho” de uma amiga: ESCREVE!!Pois bem... vou escrever sobre o que ando “sentindo” nos últimos anos... Sou professora - alfabetizadora desde 1988-ano que terminei o magistério. Sempre fui APAIXONADA pela minha profissão; contudo, nos últimos anos a “tristeza” tem acompanhado o meu dia a dia no trabalho.

Certamente, muitos irão pensar: “mais uma professora revoltada com a questão salarial”!N.e.g.a.t.i.v.o!! Não que eu ache justo meu salário, aliás, longe disto!! Minha “revolta” é com o descaso que a Educação no nosso país vem sofrendo!! Alguns anos atrás a escola era vista como ambiente de aprendizagem... hoje, infelizmente, vejo a escola como “tudo”, menos como ambiente de aprendizagem.

A promoção se tornou algo rotineiro, serve pra qualquer circunstância. Atualmente, a fase da alfabetização dura 3 anos... no meu ponto de vista é um ABSURDO! Os alunos são promovidos sem qualquer cuidado!Hoje, nem mesmo as faltas fazem com que esses alunos reprovem- pois existem os tais “estudos compensatórios”- que só existem no papel. Planejo minhas aulas diariamente, e é bastante comum, não conseguir desenvolvê-las, uma vez que tenho que dar conta de ser: “mãe, psicóloga, enfermeira, babá e quando Dá... sou professora”!

É um descaso tão grande com meu trabalho, que já pensei em desistir, jogar a toalha, abandonar o barco e ser apenas a professora que o governo deseja!! Mas ainda não consigo! E sofro com isso! Dói ver a profissão que tu sempre sonhou, que tu sempre quis, que sempre te deu prazer... virar isso: me sinto uma “Babá de luxo”! Não sei quem vai ler este desabafo, mas espero que alguns PAIS dos alunos do nosso município leiam e reflitam!

Pais!!

Tenham compromisso com seus filhos. Estimulem seus filhos a: ler, estudar e a frequentar as aulas de fato. Olhem os cadernos dos seus filhos, sejam presentes na vida escolar deles. Cobrem que seus filhos saibam os conteúdos e que aprendam, de fato! Não admitam que seus filhos sejam promovidos...exijam APRENDIZAGEM!! E, jamais esqueçam: Ser pai/mãe é muuuuuuuuuito mais do que dar casa, comida e roupa!! “QUEM AMA, EDUCA!!”

Jaqueline da Maia

Psicóloga – CRP 07/19163/ FONES: 51-9889 0134 (VIVO) / 51-8655 1516 (OI)

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