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Jaqueline da Maia - Psicóloga

SOLIDARIEDADE, é bom para quem?

28/02/2014 | 13h03
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Após ler matéria veiculada neste Blog sobre um acidente na Br 116 em Tapes, onde após uma ultrapassagem indevida um motorista causou um acidente e ainda fugiu do local sem prestar ajuda hoje pela manhã, me peguei a refletir sobre a solidariedade. Assunto desgastado, porém de extrema necessidade num momento de vulnerabilidade social que assola todo o país. Acidentes acontecem, por vários motivos, imprudência, azar, descuido, não importa o nome, só sei que acontecem, e quando isso se dá conosco adquire outra conotação muito pessoal, mas e como é que vemos quando é com o outro?

As pessoas atualmente andam sedentas de gestos de afeto, mas as ações de alguns indivíduos nos impedem de sermos naturalmente espontâneos. A impressão que tenho é que vivemos numa sociedade livremente trancafiada, se é que isso existe? O gesto, a atitude, o posicionamento, nos confunde, nos induz, nos indaga, será que fazer o bem sem querer nada em troca nos estigmatiza e assumir nossos atos saiu de moda e não é mais tão importante? Sabe-se que o maior beneficiado do gesto benevolente é o que executa, mas parece que não é só no transito que as boas maneiras e gestos de compreensão tornaram-se atitudes pouco utilizadas, as pessoas andam carentes de gestos solidários a qualquer hora em qualquer lugar.

A tensão toma conta de todos e hoje o que vemos são legiões de pessoas acabrunhadas, de cenho cerrado, com dores por todos os lados, com doenças de pele, com queda de cabelo, insônia, problemas digestivos, o cotidiano não perdoa e a sociedade menos ainda. Mas temos que lembrar que a sociedade somos nós, e o resultado do que somos está aí, para quem puder sobreviver a ela, o Carnaval será uma prova de fogo e talvez uma oportunidade para exercitar a paciência e a tolerância, fundamentais no processo solidário.

A que hora deve-se começar a ser solidário???Agora, já, neste momento. O maior beneficiado será você e com certeza essa sensação de bem estar, de dever cumprido se transformará em saúde física, mental e afetiva. Comece, no inicio você pode até surpreender quem está ao seu redor, mas vencido o primeiro obstáculo, o sorriso que ganhará em troca será uma recompensa sem preço.

Jaqueline da Maia – Psicóloga – CRP 07/19.163

Atende: Clínica, Institucional, Escolar, Palestras, Workshop,Treinamentos

Telefone para contato: 51-96249444 (Vivo)

Atende: Camaquã e Tapes

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Adolescência

02/02/2014 | 12h05
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A adolescência ainda continua sendo um campo fértil para estudos, e de grandes surpresas. Sentimentos em ebulição e grande confusão  fazem parte desse período que muitos delimitam entre os 11 anos e meio até os 25 anos, isso mesmo, atualmente se fala numa adolescência tardia, onde o ser humano luta incansavelmente para abandonar a criança  que habita nele e adentrar de fato no tal mundo dos adultos, do qual todos estamos fadados a permanecer até o fim dessa estrada que chamamos vida.

São vários os momentos críticos, as mudanças no corpo, na fala, a necessidade de aceitação por algum grupo, as primeiras experiências, a relutância dos pais em aceitarem que os filhos já estão fazendo uso desse corpo que é tão estranho, mas que está ali em pleno desenvolvimento e com os hormônios a flor da pele.

Os conflitos são inevitáveis e as confrontações são  mais frequentes, e não raro é a necessidade de acordos(que nem sempre são cumpridos), e a necessidade de um mediador para que a mensagem emitida seja compreendida corretamente do outro lado.

Os pais se assustam com essa realidade, mas acreditem os jovens também! Estão todos assustados! A mãe que até então era a referencia da filha passa a ser apenas uma conhecida, o pai que antes era o herói agora ocupa o cargo de delimitador, e tudo muda num segundo. Atitudes que antes nem se cogitava existir, passam a ser utilizadas no cotidiano e todo mundo se atrapalha entre farpas trocadas e o medo da perda do controle.

Tenham calma, observem, não tenham medo de perder o amor de seus filhos por exigirem algumas coisas ou por controlarem horários e se os afazeres estão sendo executados corretamente. Este é o papel dos pais: CUIDAR, ZELAR, PROTEGER, AMPARAR. É aos pais que cabe a árdua tarefa de estar ali em qualquer hora e situação. Então tenham força e determinação, a adolescência é um período rico e bonito, basta lembrar que um dia todos foram jovens e se colocar no lugar de seus filhos levando em conta que nossa sociedade mudou e muito. Estejam firmes no leme de seus navios, e a tripulação não temerá tormenta alguma.

Jaqueline da Maia - Psicóloga Atende: Clínica, Institucional, Escolar, Palestras, Dependência Química,Workshop,Treinamentos. ATENDE NA CLÍNICA REENCANTAR.Telefone para contato: 51-96249444(Vivo)

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