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19/07/2018

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Jaqueline da Maia - Psicóloga

Transtorno desafiador opositivo

05/03/2018 | 12h31
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Segundo o CID 10, o Transtorno desafiador opositivo é um tipo de transtorno de conduta que costuma ocorrer com crianças menores. Suas características principais são: comportamento desafiador, desobediente ou perturbador. Geralmente o que vemos são crianças com uma irritação acima do comum, uma maior intolerância a frustração, apresentam um desejo grande de dominar as situações – ditando ordens aos pais ou cuidadores, possuem pouco autocontrole, isto é, dificuldade para se acalmar, são agressivas tanto verbal, utilizando palavrões para ofender, quanto de agressões físicas.

Elas possuem dificuldades para obedecer a todo o tipo de autoridade: pais, cuidadores, avós, babás, professores. Enfrentam e desautorizam a função de autoridade o que causa grande impacto no adulto, pois decidem o que vão fazer, e se encontram um adulto fragilizado ou impactado conseguem na maioria das vezes tomar conta da situação. Possuem pouca empatia pelo outro, e supervalorizam seus desejos. Se desresponsabilizam de seus atos transferindo para os outros a culpa de suas ações. É importante que se preste atenção nesses sintomas, na sua frequência, intensidade e o prejuízo que causam para a criança e para a família, se isso acontece com seu filho (a) está na hora de procurar ajuda de um psicólogo.

Jaqueline da Maia – Psicóloga - CRP 07/19163

Clinica Lima – Rua Bento Gonçalves, 587 – Fone: (51) 3692 1233.

Camaquã/RS

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Violência entre pares

14/02/2018 | 09h09
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A violência de gênero se refere às relações de poder e à diferença entre as características culturais atribuídas a cada um dos sexos e suas peculiaridades biológicas, é um assunto delicado e que na maioria das vezes a sociedade tenta evitar. Acontecem dentro das relações intimas, no campo profissional, entre colegas, em diversos locais, é a violência praticada por homens contra mulheres, por mulheres contra homens, entre homens e entre mulheres. Mesmo com leis, delegacias especiais e programas do governo, as mulheres continuam sendo a fatia maior das vítimas, particularmente nas sociedades em que as desigualdades entre homens e mulheres são mais marcantes. Ou seja, a violência contra as mulheres é grave, a ponto de muitas precisarem procurar os serviços de saúde por conta das agressões, apesar de os homens também sofrerem violências de todos os tipos.

FIQUE DE OLHO NESSAS SITUAÇÕES:

VIOLÊNCIA FÍSICA: qualquer forma de violência física que um agressor(a) inflige ao companheiro(a). Comportamentos como: esmurrar, pontapear, estrangular, queimar, induzir ou impedir que o(a) companheiro(a) obtenha medicação ou tratamentos.

VIOLÊNCIA EMOCIONAL: qualquer comportamento do(a) companheiro(a) que visa fazer o outro sentir medo ou inútil. Comportamentos como: ameaçar os filhos; magoar os animais de estimação; humilhar o outro na presença de amigos, familiares ou em público, entre outros.

VIOLÊNCIA SOCIAL: qualquer comportamento que intenta controlar a vida social do(a) companheiro(a), impedir que este(a) visite familiares ou amigos, cortar o telefone ou controlar as chamadas e as contas telefônicas, trancar o outro em casa.

VIOLÊNCIA SEXUAL: pressionar ou forçar o companheiro para ter relações sexuais quando este não quer; pressionar, forçar ou tentar que o(a) companheiro(a) mantenha relações sexuais desprotegidas; forçar o outro a ter relações com outras pessoas.

VIOLÊNCIA FINANCEIRA: qualquer comportamento que intente controlar o dinheiro do(a) companheiro(a) sem que este o deseje; ameaçar retirar o apoio financeiro como forma de controle.

PERSEGUIÇÃO: qualquer comportamento que visa intimidar ou atemorizar o outro. Por exemplo: controlar constantemente os movimentos do outro, quer esteja ou não em casa.

Na maioria as vezes a violência de gênero não é visível no ambiente das pessoas que se encontram em risco de sofrê-la, é muito importante que se procure ajuda de um profissional qualificado, para esclarecer situações que estão sendo vividas e encontrar respostas e ajuda para definir a melhor maneira para enfrentar o problema. PROCURE AJUDA!!!

Jaqueline da Maia – CRP 07-19163 - Psicóloga

Clínica Lima – Rua Bento Gonçalves, 587 – Fone: (51) 3692-1233 / (51) 99889-0134.

Camaquã/RS

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Gravidez na adolescência

10/11/2017 | 17h31
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A ocorrência da gravidez na adolescência é considerada um importante problema de saúde pública no Brasil, fato que vem aumentando o número de gravidezes e diminuindo a idade das adolescentes. O acesso à educação é de grande importância para se evitar tal problemática. A adolescente com maior escolaridade e maiores oportunidades de renda é menos propensa à gravidez não planejada. O conhecimento e o acesso aos métodos contraceptivos, para o uso de forma regular é um dos fatores fundamentais para estruturação de um sistema de planejamento familiar; a falta de informação ainda é um grande problema. Alguns estudiosos citam o comportamento dos adolescentes como decorrência da falta de maturidade nesse período aliado ao sentimento de culpa em relação a sua sexualidade ativa.

A utilização inadequada de métodos contraceptivos, o início precoce da atividade sexual, juntamente com a orientação errada ou muitas vezes ausente sobre sexualidade tem levado ao crescimento da gravidez na segunda metade da adolescência. A adolescência quase nunca é vivenciada com simplicidade e tranquilidade, sendo de grande fragilidade e instabilidade emocional. Os sentimentos do jovem não são mais como os da criança, tampouco como os do adulto. Muitas vezes, os adolescentes não conversam com os adultos porque acham que todos sabem o que estão pensando; outras, falam muito e reclamam que ninguém lhes escuta. Por tudo isso, a adolescência é um dos momentos mais especiais na evolução de cada pessoa, exige atenção muito especial. É importante que as pessoas que lidam com adolescentes tenham sensibilidade para perceber o adolescente em sua totalidade física e psíquica e sentimental, respeitando suas origens, seus preconceitos e tabus.

Jaqueline da Maia - Psicóloga Clínica CRP 07/19163

Telefone: (51) 99889 0134

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Anorexia nervosa

07/11/2016 | 22h07
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O verão chegou e com ele todas as coisas inerentes à estação. Enquanto alguns pensam em sol, sorvete e praia alguns sofrem por outros motivos, com o calor é comum aquela paradinha na frente do espelho, para dar uma conferida na produção, mas para algumas pessoas se transforme num inimigo, ou um meio de apontar os defeitos que a “ tal moda dita”, sobre o que é O CORPO PERFEITO, e isso tornou a vida de algumas pessoas um ato de peregrinação, sacrifícios e muitas vezes punição na incessante busca da perfeição(!?). Só que existem pessoas que são muito vulneráveis, e por vários motivos não conseguem controlar alguns impulsos , e o que começa com uma vaidade ( ser magra parece que é sinônimo de beleza!!!???) pode desencadear distúrbios, entre eles a ANOREXIA NERVOSA.

É um distúrbio alimentar que provoca uma perda de peso acima do que é considerado saudável, assim as pessoas que estão nesse processo continuam a ter medo de engordar, mesmo já apresentando um peso abaixo do normal para sua estatura. O individuo com o distúrbio possui uma distorção de sua imagem corporal. Quando se olha no espelho o que vê é um corpo acima do peso, assim se acrescenta a esse quadro a ANSIEDADE, que colabora e reforça o comportamento do “não comer”, muitas vezes se tornando mais agressivo.

A causa da anorexia ainda é desconhecida, mas deve se levar em conta: fatores biológicos, psicológicos e ambientais. Ambientes familiares onde a APARÊNCIA é mais importante que a ESSÊNCIA é perfeita para que esse tipo de distúrbio se instale. A questão genética, hormonal, social pode contribuir para a manutenção do quadro e deve ser observada.

Esse distúrbio surge com mais frequência em: mulheres, mas homens também desenvolvem; jovens – por sofrerem pressão social; casos já existentes na família; em momentos de grandes mudanças na vida ou na rotina do adolescente; pessoas ligadas ao esporte, mundo artístico e modelos. Sendo a mídia uma das grandes responsáveis pelo desenvolvimento desse distúrbio.

Sintomas: medo de engordar ou ficar acima do peso, recusa em se manter num peso adequado a idade e altura, imagem do corpo distorcida, falta de menstruação, vômitos provocados, uso indiscriminado de diuréticos - laxantes, pensamento lento, depressão, sensibilidade ao frio (vestir várias roupas p ficar aquecido e disfarçar a silhueta). O ideal é procurar ajuda aos primeiros sintomas, sendo que a família é muito importante, pois é ela que vai perceber e procurar ajuda.

Jaqueline da Maia

Psicóloga

CRP 07/19163

CEL 51-99889-0134

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Automutilação ou cutting

24/10/2016 | 11h28
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 A automutilação é um assunto dolorido e de difícil abordagem, tanto com aquele que comete como a família que observa quase que paralisada tal ação. Para a maior parte das pessoas é algo muito difícil de entender. Automutilação ou cutting começou a ser observada e estuda em 1969, por Loovas e Simmons, que observaram que uma criança autista se machucava com mais frequência após receber atenção de seus cuidadores, defenderam a tese de que o “comportamento de se machucar (ou automutilar) era mantido pelas coisas que as pessoas faziam para ele após ele emitir este comportamento”.

Em 1977, analistas de comportamento começaram a pensar que o problema comportamental na automutilação era um problema de comunicação, relacionado a necessidade de mais atenção ou uma fuga de atividades desagradáveis, ou também relacionado a consequências sensórias , como se o comportamento de causar em si dor atenuasse uma dor interna muito maior. Sabe-se que automutilação em pessoas diferentes possuem causas diferentes.

No processo de tratamento é importante: identificar a causa funcional da automutilação e desenvolver com os pacientes técnicas de treinamento para a comunicação (o paciente ao aprender outras formas de expressar, de comunicar os seus sentimentos, faz com que as parem ou diminuam este comportamento).

O mais importante a ser observado: qual motivo e porque a pessoa tem este comportamento? É papel do psicólogo, entender as causas reais do problema, bem como auxiliar o entendimento por parte do paciente para que o mesmo compreenda que é possível conseguir atenção, sensações corporais de alívio, fugir de coisas aversivas ou desagradáveis sem ter que partir para a automutilação, além de orientar a família com o manejo do paciente.

Jaqueline da Maia

Psicóloga

07/19163

Fones: 51-9889-0134 (Vivo) / 51-8655-1516 (Oi)

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