Blog do Juares | Jaqueline da Maia - Psicóloga

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20/09/2018

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Jaqueline da Maia - Psicóloga

Jaqueline da Maia Psicóloga – CRP 07/19163 CLÍNICA LIMA – Rua Bento Gonçalves, 587 – Camaquã/RS (51) 3692-1233

Setembro Amarelo

12/09/2018 | 19h33
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Suicídio não é um assunto agradável para se falar, pensar, ler ou se deparar, porém atualmente se faz necessário. Temos visto nos meios de comunicação o anúncio de várias estatísticas, que devem ser levadas a sério não só no Setembro Amarelo, mas em todo o tempo e hora. Nunca se estudou tanto sobre o assunto, os profissionais da área de saúde pública e privada buscam desmistificar o tema trazendo para a sociedade a discussão e os esclarecimentos necessários para que esse comportamento seja evitado.

Tem sido utilizado todos os meios de divulgação possíveis, a intenção é que se possa atingir todos os tipos de públicos, entre algumas matérias, vale destacar algumas informações interessantes disponíveis pela internet, o suicídio é considerada a terceira maior causa de morte entre homens de 15 a 29 anos e sétima entre crianças de 10 a 14 anos de idade; no Brasil acontece 1 suicídio a cada 45 minutos, e no mundo 1 tentativa a cada três segundos. Segundo a Organização Mundial de Saúde o suicídio é a terceira causa de morte no mundo.

A partir dessas informações podemos ter uma ideia dessa doença silenciosa que adentra nos lares e se instala causando na maioria das vezes tanta dor e sofrimento. É necessário nos conscientizarmos do cuidado com a nossa saúde mental, de nossos sentimentos e relações. Se você está sentindo com tristeza excessiva, falta de vontade para estar com outras pessoas, tendo alteração repentina do comportamento, tratar de vários assuntos pendentes ou fazer um testamento, demonstrar calma ou despreocupação depois de um período de grande tristeza ou depressão, fazer ameaças de suicídio frequentes, PROCURE AJUDA de um profissional da área de saúde mental, no CAPS de sua cidade ou no Centro de Valorização da Vida, discando o 188.

Jaqueline da Maia
Psicóloga – CRP 07/19163
CLÍNICA LIMA – Rua Bento Gonçalves, 587 – Camaquã/RS
(51) 3692-1233
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Suicídio

26/07/2018 | 15h39
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Em maio último a Organização Pan-Americana da Saúde/OMS juntamente com o Ministério da Saúde do Brasil, realizou uma oficina para tratar de um tema que ainda causa calafrios e que as pessoas evitam falar, O SUICÍDIO. Segundo as informações colhidas no evento, informou-se que a cada 40 segundos uma pessoa se suicida no mundo totalizando cerca de 800 mil suicídios, confirmando a gravidade da situação reafirmando ser um problema de saúde pública, sendo necessário priorizar os trabalhos nas políticas de prevenção.

Os números encontrados são baseados nas informações fornecidas pelos órgãos que atendem essas vítimas, mas ainda temos um grande caminho a percorrer, esse que esbarra na falta de preparo das instituições, na desinformação sobre o processo que desencadeia tal comportamento, nas políticas sobre prevenção e cuidado a Saúde Mental, nas ações junto às escolas, igrejas e comunidades, no uso abusivo de álcool e outras substâncias e no preconceito sobre o sofrimento e do adoecimento emocional de toda uma população que impede que as pessoas revelem seus verdadeiros sentimentos e o desejo de morrer.

Atualmente existem ações, pequenas e muitas vezes perdidas dentro da máquina pública que é paralisada, é importante que a sociedade se mobilize e cobre a atuação dos gestores no sentido de maiores investimentos e que de fato os projetos e planos de ação saiam do papel. O suicídio, é um comportamento evitável se for tratado a tempo por profissionais habilitados no manejo e condução do caso.

O importante é não perder o foco, O SER HUMANO, e entender que a dor é real, que esse ser precisa de escuta, acolhimento e um espaço para poder desabafar, sem julgamentos ou rótulos. Depressão é uma doença silenciosa, e o suicida em potencial, dá sinais do seu desejo de morrer.

FIQUE ATENTO!  Segundo o MANUAL DE PREVENÇÃO DIRIGIDO AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE MENTAL – MINISTÉRIO DA SAÚDE / BRASIL, fique atento aos sinais:

Comportamento retraído, inabilidade para se relacionar com a família e amigos, pouca rede  social; doença psiquiátrica;  alcoolismo;  ansiedade ou pânico;  mudança na personalidade,  irritabilidade, pessimismo, depressão ou apatia; mudança no hábito alimentar e de sono; tentativa de suicídio anterior; odiar-se, sentimento de culpa, de se sentir sem valor ou com vergonha; uma perda recente importante – morte, divórcio, separação, história familiar de suicídio; desejo súbito de concluir os afazeres pessoais, organizar documentos, escrever um testamento; sentimentos de solidão, impotência, desesperança; cartas de despedida; doença física crônica, limitante ou dolorosa; menção repetida de morte ou suicídio.

Jaqueline da Maia
Psicóloga CRP 07/19163
Clínica Lima. Rua Bento Gonçalves, 587
Fones:  (51) 3692-1233 / (51) 099889-0134
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Um remédio chamado Amigo

20/07/2018 | 15h39
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Sabemos que o comportamento humano passa por diversas fases e núcleos. A amizade é comum a todos eles, na família, na escola, com o grupo social que construímos ao longo da nossa caminhada. É comprovado que uma pessoa que possui convivência com amizades verdadeiras, fica menos doente, possui uma autoestima equilibrada, ou pelo menos um pouco mais fortalecida. É importante notar que na melhor idade vemos que atualmente os condomínios de idosos se proliferam, pois, morar perto dos amigos, passam por situações semelhantes tornam a vida mais leve e saudável.

O exercício da amizade passa pela dedicação e requer tempo. A amizade não é se saber ser único, pois isso já o somos, amizade é: olhar, cuidar, regar, falar, brigar, amar, estar, e deixar no outro a certeza que mesmo longe vc está lá. Esse é o grande mistério. Alguns conseguem deixar essa sensação em nós, que mesmo não estando, eles estão, e outros ainda estão aprendendo. Aprender a aceitar que nem sempre seremos para os outros o que os outros são para nós, não significa ser falta de amor, e sim que cada ser ama de forma diferente. A amizade é com certeza um elixir que cura e que fortalece os seres humanos, e um simples contato pode fazer com que o nosso dia se torne mais claro e quente. Procure seus amigos, se reaproxime, nós precisamos uns dos outros.

Jaqueline da Maia
Psicóloga – CRP 07/19163
Clínica Lima / Rua Bento Gonçalves, 587, Centro, Camaquã (RS)
Fones : (51) 3692-1233 ou (51) 99889-0134
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Transtorno desafiador opositivo

05/03/2018 | 12h31
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Segundo o CID 10, o Transtorno desafiador opositivo é um tipo de transtorno de conduta que costuma ocorrer com crianças menores. Suas características principais são: comportamento desafiador, desobediente ou perturbador. Geralmente o que vemos são crianças com uma irritação acima do comum, uma maior intolerância a frustração, apresentam um desejo grande de dominar as situações – ditando ordens aos pais ou cuidadores, possuem pouco autocontrole, isto é, dificuldade para se acalmar, são agressivas tanto verbal, utilizando palavrões para ofender, quanto de agressões físicas.

Elas possuem dificuldades para obedecer a todo o tipo de autoridade: pais, cuidadores, avós, babás, professores. Enfrentam e desautorizam a função de autoridade o que causa grande impacto no adulto, pois decidem o que vão fazer, e se encontram um adulto fragilizado ou impactado conseguem na maioria das vezes tomar conta da situação. Possuem pouca empatia pelo outro, e supervalorizam seus desejos. Se desresponsabilizam de seus atos transferindo para os outros a culpa de suas ações. É importante que se preste atenção nesses sintomas, na sua frequência, intensidade e o prejuízo que causam para a criança e para a família, se isso acontece com seu filho (a) está na hora de procurar ajuda de um psicólogo.

Jaqueline da Maia – Psicóloga - CRP 07/19163

Clinica Lima – Rua Bento Gonçalves, 587 – Fone: (51) 3692 1233.

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Violência entre pares

14/02/2018 | 09h09
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A violência de gênero se refere às relações de poder e à diferença entre as características culturais atribuídas a cada um dos sexos e suas peculiaridades biológicas, é um assunto delicado e que na maioria das vezes a sociedade tenta evitar. Acontecem dentro das relações intimas, no campo profissional, entre colegas, em diversos locais, é a violência praticada por homens contra mulheres, por mulheres contra homens, entre homens e entre mulheres. Mesmo com leis, delegacias especiais e programas do governo, as mulheres continuam sendo a fatia maior das vítimas, particularmente nas sociedades em que as desigualdades entre homens e mulheres são mais marcantes. Ou seja, a violência contra as mulheres é grave, a ponto de muitas precisarem procurar os serviços de saúde por conta das agressões, apesar de os homens também sofrerem violências de todos os tipos.

FIQUE DE OLHO NESSAS SITUAÇÕES:

VIOLÊNCIA FÍSICA: qualquer forma de violência física que um agressor(a) inflige ao companheiro(a). Comportamentos como: esmurrar, pontapear, estrangular, queimar, induzir ou impedir que o(a) companheiro(a) obtenha medicação ou tratamentos.

VIOLÊNCIA EMOCIONAL: qualquer comportamento do(a) companheiro(a) que visa fazer o outro sentir medo ou inútil. Comportamentos como: ameaçar os filhos; magoar os animais de estimação; humilhar o outro na presença de amigos, familiares ou em público, entre outros.

VIOLÊNCIA SOCIAL: qualquer comportamento que intenta controlar a vida social do(a) companheiro(a), impedir que este(a) visite familiares ou amigos, cortar o telefone ou controlar as chamadas e as contas telefônicas, trancar o outro em casa.

VIOLÊNCIA SEXUAL: pressionar ou forçar o companheiro para ter relações sexuais quando este não quer; pressionar, forçar ou tentar que o(a) companheiro(a) mantenha relações sexuais desprotegidas; forçar o outro a ter relações com outras pessoas.

VIOLÊNCIA FINANCEIRA: qualquer comportamento que intente controlar o dinheiro do(a) companheiro(a) sem que este o deseje; ameaçar retirar o apoio financeiro como forma de controle.

PERSEGUIÇÃO: qualquer comportamento que visa intimidar ou atemorizar o outro. Por exemplo: controlar constantemente os movimentos do outro, quer esteja ou não em casa.

Na maioria as vezes a violência de gênero não é visível no ambiente das pessoas que se encontram em risco de sofrê-la, é muito importante que se procure ajuda de um profissional qualificado, para esclarecer situações que estão sendo vividas e encontrar respostas e ajuda para definir a melhor maneira para enfrentar o problema. PROCURE AJUDA!!!

Jaqueline da Maia – CRP 07-19163 - Psicóloga

Clínica Lima – Rua Bento Gonçalves, 587 – Fone: (51) 3692-1233 / (51) 99889-0134.

Camaquã/RS

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