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É preciso conversar com o bebê ainda no útero

18/10/2017 | 15h16 - Fonte: Comunicação & Marketing / Foto: Divulgação
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Psicóloga Lizandra Arita fala sobre o papel da psicoterapia durante e depois da gestação

Medos, inseguranças, incertezas... O período de gestação é marcado por diversas alterações no corpo da mulher, assim como em seu emocional. Desejada ou não, o fato é que, na maioria dos casos, a gravidez não é planejada e, deste modo, a maioria dos casais não está pronta pra lidar com a chegada de um novo integrante na família.

Segundo a psicóloga Lizandra Arita, durante a gravidez, o inconsciente feminino sintoniza uma frequência mais intensa e assim é possível que traumas vividos na infância venham à tona. “Sem que ninguém perceba, todas as pessoas guardam perturbações no inconsciente que foram vivenciados durante a gestação da própria mãe. Por conta das alterações hormonais, a mulher fica mais sensível e estes abalos chegam de uma forma mais radical e podem afetar diretamente o bebê.”, alerta a psicoterapeuta.

A criança dentro do útero não entende que estas sensações são de duas pessoas diferentes. Assim, passam a achar que os sintomas que a mãe transmite pertencem a eles também. “É importante que a mulher transmita ao seu filho a segurança de que as sensações negativas do dia a dia pertencem somente à ela. Conversar diariamente com o bebê explicando que ele não tem culpa nisso faz com que o bebê fique em paz dentro da barriga.”, aconselha.

A partir do momento em que a criança nasce, as coisas mudam. Principalmente as mães de primeira viagem, a sensação de cobrança e de culpa é ainda mais acentuada e muitas acabam entrando em depressão pós parto. “Muitas mães se sentem culpadas ou inseguras pelo medo de não estarem fazendo o melhor papel ao seu filho. O principal conselho é deixar claro que ela está dando o melhor de si. Além disso, mesmo sendo difícil, o recomendável é que a mulher descanse bastante para que não desenvolva crises de ansiedade, o que pode afetar o bebê.”, concluiu.

Lizandra Arita

Especializada em Programação Neurolinguística, Hipnose e Auto-Hipnose, Rebirthing (método de respiração consciente), Psicodinâmicas e Gerenciamento de Emoções e Conflitos. Atua, em tratamentos de depressão, ansiedade, processos emocionais ou comportamentais, fobias, pânico e Transtornos Obsessivos Compulsivos (TOC). Graduada pela Universidade Bandeirantes de São Paulo, a psicoterapeuta Lizandra Arita tem experiência em Psicologia Clínica e Institucional pelo Hospital Vera Cruz.

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