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21/07/2018

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Prefeito de Porto Alegre pede a Temer apoio de Exército no dia de julgamento de Lula

04/01/2018 | 09h59 - Fonte: Uol / Foto: Pedro Ladeira/Folhapress
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O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan (PSDB), solicitou nessa quarta-feira (3) ao presidente Michel Temer (PMDB) a presença de tropas da Força Nacional Segurança e do Exército na capital gaúcha no dia do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), marcado para 24 de janeiro.

A defesa do petista solicitou ao TRF-4 que o ex-presidente seja ouvido durante o julgamento, mas o pedido ainda não foi apreciado pelos desembargadores do tribunal. O próprio Lula já comunicou ao partido que vai a Porto Alegre. Ele deve chegar à capital gaúcha no dia 22 ou 23 e participar das manifestações preparadas pelo PT.

O ato de recepção em São Paulo deve ser o ponto alto das mobilizações organizadas pelo PT e movimentos sociais que defendem o direito de o expresidente ser candidato. Além da recepção, o PT prepara uma onda de eventos que começa no dia 13, com um "dia nacional de mobilização" e vai até o dia seguinte ao julgamento. Lula lidera as pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República em 2018.

A Justiça Federal do Rio Grande do Sul proibiu que manifestantes acampem no parque Maurício Sirotski Sobrinho (Parque Harmonia), que é vizinho à sede do TRF-4, em Porto Alegre.

Através das suas redes sociais, Nelson Marchezan divulgou nesta quinta-feira (4) a integra do ofício enviado ao Palácio do Planalto em que solicita a presença das tropas para "auxiliar na segurança da população e proteção dos próprios públicos, em razão do eminente perigo à ordem pública e à integridade dos cidadãos portoalegrenses".

O Tribunal vai julgar Lula no chamado caso tríplex da Operação Lava Jato, no qual ele já foi condenado em primeira instância pelo juiz federal Sergio Moro, da Justiça Federal do Paraná, a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A defesa de Lula recorreu da sentença, mas se ela for confirmada pelos desembargadores do TRF-4, que compõem a segunda instância, Lula pode ficar impedido de disputar as eleições presidenciais de 2018 e até mesmo ser preso.

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